Judas Priest — Death letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Death" de Judas Priest.
Letra
I will take your final breath
And I will be your last regret
Cold blood runs in my blackened heart
Tearing every soul apart
Messenger of death wields the scythe
Of man’s damnation
Messenger of death holds his blade
For termination
Sin is all I feast upon
I’m forging my crematorium
Your tomb is waiting here for you
Welcome to my ritual
Messenger of death wields the scythe
Of man’s damnation
Messenger of death holds his blade
For termination
Death rides out from the storm
Deface humanity
There’s no escape from this
Human calamity
Death rides out from the storm
We turn to God and cry
Ignored we turn to face
This vengeance from the sky
Death rides out from the storm
No time left to repent
No quarter, no escapes
No line of self defense
Death rides out from the storm
In terror we confess
Our voice is heard no more
His deed is merciless
Death rides out from the storm
Deface humanity
There’s no escape from this
Human calamity
Death rides out from the storm
We turn to God and cry
Ignored we turn to face
This vengeance from the sky
Messenger of death wields the scythe
Of man’s damnation
Messenger of death holds his blade
For termination
Tradução da letra
Vou dar o teu último suspiro.
E serei o teu último arrependimento
O sangue frio corre no meu coração negro
Despedaçando cada alma
O mensageiro da morte empunha a foice.
Da condenação do homem
Mensageiro da morte segura a sua lâmina
Para denúncia
O pecado é tudo o que eu alimento
Estou a forjar o meu Crematório.
O teu túmulo está à tua espera.
Bem - vindo ao meu ritual.
O mensageiro da morte empunha a foice.
Da condenação do homem
Mensageiro da morte segura a sua lâmina
Para denúncia
A morte sai da tempestade
Desfigurar a humanidade
Não há como escapar disto.
Calamidade humana
A morte sai da tempestade
Voltamos para Deus e choramos
Ignorados viramo-nos para a frente
Esta vingança do céu
A morte sai da tempestade
Não há tempo para se arrepender.
Sem trimestre, sem fugas
Sem linha de autodefesa
A morte sai da tempestade
Em terror confessamos
A nossa voz já não é ouvida
A sua acção é impiedosa.
A morte sai da tempestade
Desfigurar a humanidade
Não há como escapar disto.
Calamidade humana
A morte sai da tempestade
Voltamos para Deus e choramos
Ignorados viramo-nos para a frente
Esta vingança do céu
O mensageiro da morte empunha a foice.
Da condenação do homem
Mensageiro da morte segura a sua lâmina
Para denúncia