José Mercé — Por el bulevar de los sueños rotos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Por el bulevar de los sueños rotos" de José Mercé.
Letra
En el bulevar de los sueños rotos
Vive una dama, de poncho rojo
Pero de plata y carne morena
Mestiza ardiente de lengua libre
Gata valiente, de piel de tigre
Combo de rayo, de luna llena
Por el bulevar de los sueños rotos
Pasan de largo los terremotos
Y hay un tequila por cada duda
Cuando augustin se sienta al piano
Digo rivera, lápiz en mano
Dibuja a frida khalo desnuda
Se escapo de una cárcel de amor
De un delirio de alcohol, de mil noches en vela
Se dejo el corazón en madri y quien supiera reír
Como llora chavela
Por el bulevar de los sueños roto
Desconsolados van los devotos
De san antonio pidiendo besos
Ponme la mano aquí macorina
Besar tus cienes por las cantinas
Paloma negra de los excesos
Por el bulevar de los sueños rotos
Mojo una lagrima antigua foto
Y una canción se burla del miedo
Las amarguras no son amargas
Cuando las canta chavela vargas
Y la escribe un tal jose alfredo
Se escapo de una cárcel de amor
De un delirio de alcohol, de mil noches en vela
Se dejo el corazón en madri y quien supiera reír
Se escapo de una cárcel de amor
De un delirio de alcohol, de mil noches en vela
Se dejo el corazón en madri y quien supiera reír
Como llora chavela, como llora chavela…
Tradução da letra
Na avenida dos sonhos quebrados
Vive uma senhora, de poncho vermelho
Mas de Prata e carne morena
Mestiça ardente de língua livre
Gata corajosa, de pele de tigre
Combinação relâmpago, lua cheia
Pela Avenida dos sonhos quebrados
Os terremotos passam por muito tempo
E há uma tequila para cada dúvida
Quando o augustin se senta ao piano
Quero dizer rivera, lápis na mão
Desenhe frida Khalo nua
Fugiu de uma prisão de amor
De um delírio de álcool, de mil noites em vela
Ele deixou o coração em madri e quem sabia rir
Como chora chavela
Pela Avenida dos sonhos quebrado
Desconsolados vão os devotos
De San antonio pedindo beijos
Põe a mão aqui macorina
Beijando seus cienes pelas cantinas
Pomba negra dos excessos
Pela Avenida dos sonhos quebrados
Mojo uma lagrima antiga foto
E uma canção zomba do medo
As amarguras não são amargas
Quando as canta chavela vargas
E é escrito por um certo jose alfredo
Fugiu de uma prisão de amor
De um delírio de álcool, de mil noites em vela
Ele deixou o coração em madri e quem sabia rir
Fugiu de uma prisão de amor
De um delírio de álcool, de mil noites em vela
Ele deixou o coração em madri e quem sabia rir
Como chora chavela, como chora chavela…