Jose Manuel Soto — Volver a verte letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Volver a verte" de Jose Manuel Soto.

Letra

Cuando llego a aquella casa
Cualquer día, y no te veo;
Aún te busco desde patio
A la cocina para darte un beso
Aún percibo tu presencia
En cada mueble, y en cada cosa;
Y te siento canturreando
Entre jazmines, geranio y rosa
¡Cómo añoro tu sonrisa
Cariñosa a cada paso!
Y concervo con amor cada recuerdo
De aquellos años, aquellos años;
Que ya se fueron
¡ay quién pudiera parar el tiempo!
Parar el tiempo
Y sentirme de repente
Como un niño nuevamente
Entre tus brazos;
Parar el tiempo
Y escuchar por un momento
Tus palabras del consuelo
Para mi llanto
Ref:
Volver a verte
Que otra vez me regañaras
Si a la vuelta del colegio
Yo no estudiaba;
¡que mala suerte
Que ya no pueda volver a verte…
El vacío que dejaste con tu marcha
Dejó mi alma
Tan oscura como siento las paredes
De nuestra casa
Si es que hay Dios concitiera concederme
Vetre un momento;
Te diría simplemente sin palabras
Lo que te quiero
Y si existe da verdad un justo premio
Para los buenos;
Pueda ser que alguna vez vuelva a encontrarte
En ese cielo, en ese cielo que tú soñabas;
¡quién fuera niño, Madre del alma!
¡Quién fuera niño, y tuviera un par de amidos!
Unos lápicez alpino
Cuaderno y goma;
Y por fortuna tuviera el sol y la luna
Y volar por la alturas, como paloma
Ay, quién pudiera
Un borrón y cuenta nueva
Y volver a la plazuela del viento barrio;
¡qué mala suerte
Que ya no pueda volver a verte!
Ref:
Volver a verte
Que otra vez me regañaras
Si a la vuelta del colegio
Yo no estudiaba;
¡que mala suerte
Que ya no pueda volver a verte…

Tradução da letra

Quando chego àquela casa
Qualquer dia, e não te vejo;
Ainda te procuro do pátio
Para a cozinha para te dar um beijo
Ainda sinto a tua presença
Em cada peça de mobiliário, e em cada coisa;
E sinto te a cantar
Entre jasmim, gerânio e rosa
Como eu sinto falta do seu sorriso
Carinhosa a cada passo!
E concedo com amor todas as recordações
Daqueles anos, aqueles anos;
Que já se foram embora
ai quem pudesse parar o tempo!
Parar o tempo
E sentir-me de repente
Como uma criança novamente
Entre seus braços;
Parar o tempo
E ouvir por um momento
As tuas palavras de conforto
Para o meu choro
Ref:
Voltar a ver te
Que me repreendas outra vez
Sim na volta da escola
Eu não estudava;
que azar
Que já não te possa ver…
O vazio que deixaste com a tua marcha
Deixou a minha alma
Tão escura como eu sinto as paredes
Da nossa casa
Se é que há Deus concitera conceder me
Vetre um momento;
Eu diria apenas sem palavras
O que te amo
E se existir dá verdade um justo prémio
Para os bons;
Pode ser que te encontre outra vez
Naquele céu, naquele céu que sonhavas;
quem fosse criança, Mãe da alma!
Quem fosse criança, e tivesse um par de amidos!
Uma lápide Alpina
Caderno e borracha;
E felizmente tinha o sol e a lua
E voar pelas alturas, como pomba
Ai, quem poderia
Um borrão e conta nova
E voltar para a Praça do vento bairro;
que azar
Que já não te possa ver!
Ref:
Voltar a ver te
Que me repreendas outra vez
Sim na volta da escola
Eu não estudava;
que azar
Que já não te possa ver…