Jose Luis Perales — Canción Para Un Poeta (A Federico Muelas) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Canción Para Un Poeta (A Federico Muelas)" de Jose Luis Perales.

Letra

¿Por qué has hecho sonar hoy las campanas?
¿Por qué has abandonado las callejas que te vieron
Pasar día tras día?
¿Por qué te has ido, amigo Federico?
¿Por qué se queda Cuenca sin poeta?
Dormida
Bajo los sauces del río que pasa;
Bajo el murmullo del viento, la casa
De un poeta de mi ciudad
Dichosa
La soledad salvaje que gozas
Bajo el feliz compás de la hojas
De los álamos, al soplar el viento
Poeta que cantas a mi ciudad, escucha mi voz
Y dime si yo podré, servirte de trovador;
Porque en tus poemas tiembla mi voz
Y se recrea
Pensando en aquel rincón
De nuestra tierra
Mañana
Escucharé doblar las campanas
Y de nuestra ciudad, las ventanas
Te darán su adiós de laurel
Poeta
El viento llevará mi tristeza;
Cubriré mi rosal y mi hiedra
Con un sudario de crespón morado
Poeta que buscas otro lugar sobre las nubes;
Descuida que tu rosal jamás se marchitará
Y en cada calleja de tu ciudad, en cada piedra
Oculto en cada rincón
Habrá un poema, dormido
Bajo los sauces del río que pasa;
Bajo el murmullo del viento y tu casa
Poeta de mi ciudad

Tradução da letra

Porque tocaste os sinos hoje?
Porque abandonaste as ruas que te viram
Passar dia após dia?
Porque te foste embora, amigo Federico?
Porque é que a bacia fica sem poeta?
Adormecida
Sob os salgueiros do rio que passa;
Sob o murmúrio do vento, a casa
De um poeta da minha cidade
Feliz
A solidão selvagem que você gosta
Sob o compasso feliz das folhas
Dos álamos, soprando o vento
Poeta que cantas para a minha cidade, ouve a minha voz
E diz-me se eu posso, servir-te de trovador;
Porque nos teus poemas treme a minha voz
E recria
Pensando naquele canto
Da nossa terra
Amanhã
Vou ouvir os sinos a dobrar
E da nossa cidade, as janelas
Vão despedir Te da laurel
Poeta
O vento vai levar a minha tristeza;
Vou cobrir a minha roseira e a minha Hera
Com um sudário de crepe roxo
Poeta que procura outro lugar sobre as nuvens;
Não te preocupes a tua roseira nunca murchará
E em cada rua da tua cidade, em cada pedra
Escondido em todos os cantos
Haverá um poema, dormindo
Sob os salgueiros do rio que passa;
Sob o murmúrio do vento e sua casa
Poeta da minha cidade