Jose Luis Perales — Amigo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amigo" de Jose Luis Perales.

Letra

Amigo
Tu llamada de hoy me ha regresado
A las calles estrechas de Sevilla
A un campo de deportes
Al aula y la capilla
Y al pobre don Gregorio
Que aun se empeña en vivir
Y he vuelto a ser remero
De la plaza España
Y he vuelto a ser el novio
De una modistilla
Y he vuelto a la Giralda
Que sigue estando en pie
Y he vuelto al azahar
Que perfumaba el aire
Y a ese Guadalquivir
Que era mi mar y el tuyo
Y he vuelto a disfrazarme
Con traje de franela
Amigo
Tu llamada de hoy me ha regresado
A un patio de naranjos
Y a unas rejas
A un coche de caballos
Paseando por la feria
Y al parque María Luisa
A ver morir el sol
Me he disfrazado de tuno
Y me he escapado contigo
Arriesgando el pellejo
Como tantas veces
Estaba prohibido
Pero hoy por una vez
Y he vuelto a ser remero
De la plaza España
Y he vuelto a ser el novio
De una modistilla
Y he vuelto a la Giralda
Que sigue estando en pie
Y he vuelto al azahar
Que perfumaba el aire
Y a ese Guadalquivir
Que era mi mar y el tuyo
Y he vuelto a disfrazarme
Con traje de franela
Amigo
Tu llamada de hoy me ha regresado

Tradução da letra

Amigo
A tua chamada de hoje voltou para mim
Para as ruas estreitas de Sevilha
Para um campo de esportes
Para a sala de aula e a capela
E o pobre Gregório
Que ainda se empenha em viver
E voltei a ser remador
Da Praça Espanha
E voltei a ser o namorado
De uma modistilla
E voltei à Giralda
Que ainda está de pé
E voltei à flor de laranjeira
Que perfumava o ar
E aquele Guadalquivir
Que era o meu mar e o teu
E voltei a vestir me
Com terno de flanela
Amigo
A tua chamada de hoje voltou para mim
Para um pátio de laranjeiras
E a algumas grades
A um carro de cavalos
Passeando pela feira
E ao Parque Maria Luisa
Ver o sol morrer
Vesti me como um Luno
E fugi contigo
Arriscando a pele
Como tantas vezes
Foi proibido
Mas, hoje, por uma vez
E voltei a ser remador
Da Praça Espanha
E voltei a ser o namorado
De uma modistilla
E voltei à Giralda
Que ainda está de pé
E voltei à flor de laranjeira
Que perfumava o ar
E aquele Guadalquivir
Que era o meu mar e o teu
E voltei a vestir me
Com terno de flanela
Amigo
A tua chamada de hoje voltou para mim