José José — ¿Qué Hay de Malo en Ser Extraños? letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "¿Qué Hay de Malo en Ser Extraños?" de José José.

Letra

Sé que te voy a besar,
en cuánto vuelvas la vista,
porqué ya me tienes loco,
desde que te vi llegar.
Sé que te vas a entregar,
en cuánto yo te lo pida,
porqué tú también deseas
ser amada de verdad.
No me importa ni quién eres,
ni de dónde habrás llegado,
pero sé que tú por mí,
sientes lo que yo por tí,
qué hay de malo en ser extraños.
No me importa ni tu nombre,
ni tu vida ni tus años,
pero ves que estoy aquí,
y que me muero por tí,
qué hay de malo en ser extraños.
Sé que me vas a dejar,
que me olvidé hasta del tiempo
y que robe tus secretos
y que te invite a volar.
Sé que te voy a tomar,
suavemente entre mis brazos,
y a llenarte de caricias
hasta que no puedas más.
No me importa ni quién eres,
ni de dónde habrás llegado,
pero sé que tú por mí,
sientes lo que yo por tí,
qué hay de malo en ser extraños.
No me importa ni tu nombre,
ni tu vida ni tus años,
pero ves que estoy aquí,
y que me muero por tí,
qué hay de malo en ser extraños.
No me importa ni quién eres,
ni de dónde habrás llegado,
pero sé que tú por mí,
sientes lo que yo por tí,
qué hay de malo en ser extraños.

Tradução da letra

Sei que te vou beijar,
quando voltares a ver,
porque é que já me deixaste louco,
desde que te vi chegar.
Sei que te vais entregar,
quanto eu te pedir,
porque tu também queres
ser amada de verdade.
Não quero saber quem tu és,
nem de onde vieste,
mas sei que tu és por mim,
sentes o que eu sinto por ti,
o que há de errado em ser estranhos.
Não quero saber do teu nome,
nem a tua vida nem os teus anos,
mas vês que estou aqui,
e que morro por ti,
o que há de errado em ser estranhos.
Sei que me vais deixar,
que me esqueci até do tempo
e que roube os teus segredos
e que te convide a voar.
Eu sei que te vou levar,
gentilmente entre meus braços,
e te encher de carícias
até não poderes mais.
Não quero saber quem tu és,
nem de onde vieste,
mas sei que tu és por mim,
sentes o que eu sinto por ti,
o que há de errado em ser estranhos.
Não quero saber do teu nome,
nem a tua vida nem os teus anos,
mas vês que estou aqui,
e que morro por ti,
o que há de errado em ser estranhos.
Não quero saber quem tu és,
nem de onde vieste,
mas sei que tu és por mim,
sentes o que eu sinto por ti,
o que há de errado em ser estranhos.