José Alfredo Jiménez — Sucedió en la Barranca letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sucedió en la Barranca" de José Alfredo Jiménez.

Letra

Voy a cantar un corrido
Que traigo prendido
En el fondo de mi alma
Es la desgracia de un hombre
Que fue muy mi amigo
Y murió en la barranca
Era rival en amores
De un hombre muy macho
Que siempre ganó
Se disputaban a Rosa
La niña más chula
De aquella región
Se citaron la noche más negra
Y al barranco acudieron los dos
Eran las diez de la noche
En la vieja capilla
Que esta en el panteón
Cuando sonaron dos tiros
Y un hombre sin vida
Al barranco cayó
Hoy han pasado dos años
Y a aquel buen amigo
Ya nadie recuerda
Hoy adornaron la iglesia:
Se casa Rosita
Estamos de fiesta
Sale vestida de blanco
Más linda que nunca
Camino al altar
Mientras yo sé que, en la cárcel
Un hombre muy macho
Se piensa matar
Yo, por eso, le canto a la vida
Yo, por eso, no creo en el amor
Eran las diez de la noche
En la vieja capilla
Que está en el panteón
Cuando, en la cárcel del pueblo
Sonaron dos tiros
Y un hombre murió

Tradução da letra

Vou cantar uma corrida
Que tenho ligado
No fundo da minha alma
É a desgraça de um homem
Que foi muito meu amigo
E morreu na ravina
Era rival em amores
De um homem muito macho
Que sempre ganhou
Eles disputavam a Rosa
A garota mais legal
Daquela região
Eles namoraram a noite mais negra
E os dois vieram para a ravina
Eram dez da noite
Na velha capela
O que está no panteão
Quando soaram dois tiros
E um homem sem vida
A ravina caiu
Dois anos se passaram hoje
E aquele bom amigo
Já ninguém se lembra
Hoje eles adornaram a Igreja:
Casa se Rosita
Estamos a festejar
Sai vestida de branco
Mais bonita do que nunca
A caminho do altar
Enquanto eu sei que, na prisão
Um homem muito macho
Pensa se matar
Eu, por isso, canto à vida
Eu, por isso, não acredito no amor
Eram dez da noite
Na velha capela
Que está no panteão
Quando, na prisão da aldeia
Dois tiros soaram
E um homem morreu