José Alfredo Jiménez — Las Botas de Charro (Amor Desde Niños) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Las Botas de Charro (Amor Desde Niños)" de José Alfredo Jiménez.
Letra
Cuánto tiempo busque tu cariño
Y andube borracho
Borracho perdido
De tanto quererte
Yo me acuerdo que estaba chiquillo
Y no iba a la escuela
Por que no aguantaba
Seis horas sin verte
Siempre juntos; creció mi cariño
Y un día me gritastes
«¡Me gustan los hombres
Me aburren los niños!»
Y ahi te voy, a quebrar mi destino
Y en una cantina
Cambié mis canicas
Por copas de vino
Qué coraje me daba conmigo:
No tenia bigotes
Ni traia pistolas
Ni andaba a caballo
Qué coraje me daba conmigo:
Yo andaba descalzo
Y a ti te gustaban
Las botas de charro
Fui dejando que el tiempo pasara
Luché contra todo
Sentí que los años
Caían en mi espalda
Y una noche, que no te esperaba
Rompiste el silencio
Y le distes un beso
A mi boca cerrada
No te pude decir que te fueras
Ni quise que vieras
Que estube escribiendo
Mil veces tu nombre
Sólo se que te puse en mis brazos;
Dejé que mi orgullo
Se hiciera pedazos
Al fin ya era un hombre
Qué coraje me daba conmigo:
No tenia bigotes
Ni traia pistolas
Ni andaba a caballo
Qué coraje me daba conmigo:
Yo andaba descalzo
Y a ti te gustaban
Las botas de charro
Tradução da letra
Quanto tempo eu procuro por seu amor
E andei bêbado
Bêbado perdido
De tanto te amar
Lembro me que ele era pequeno
E não ia à escola
Porque não aguentava
Seis horas sem te ver
Sempre juntos; meu amor cresceu
E um dia gritaste comigo
"Eu gosto de homens
Estou entediado com as crianças!»
E lá vou eu, para quebrar o meu destino
E numa cantina
Mudei os meus berlindes
Por copos de vinho
Que coragem me dava comigo:
Não tinha bigodes
Não tinha armas
Nem andava a cavalo
Que coragem me dava comigo:
Eu andava descalço
E tu gostavas deles
As botas do charro
Deixei o tempo passar
Lutei contra tudo
Eu senti que os anos
Caíam nas minhas costas
E uma noite, eu não esperava por você
Quebraste o silêncio
E deste lhe um beijo
Para a minha boca fechada
Não te pude dizer para saíres
Nem queria que visses
Que estava a escrever
Mil vezes o teu nome
Só sei que te pus nos meus braços;
Deixei o meu orgulho
Desfez-Se
Finalmente já era um homem
Que coragem me dava comigo:
Não tinha bigodes
Não tinha armas
Nem andava a cavalo
Que coragem me dava comigo:
Eu andava descalço
E tu gostavas deles
As botas do charro