José Cruz — Flores en la Ventana letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Flores en la Ventana" de José Cruz.
Letra
He aspirado el humo persa
Navegando en un vapor
Y en la noche más lunar
Deslizando una canción
He llegado en el momento
En que el alba abraza al sol
Abriendo el día
No me importa si un beso nuclear
En la frente del mundo
Nos deshace en la mano
La línea horizontal
Haz tu guerra a un lado
Si acabaste de vivir
Yo todavía no
Esta noche oriental etérea
Toserán nuestros tuberculosos pulmones
Sobre la inmaculada faz de la tierra
Entraremos en los cuartos de las púberes doncellas
Y les cantaremos al oído poemas sucios e insensatas odas
Pervertiremos el olor de azahar de sus alientos
Con vinos y perfumes agrios
Liaremos cigarrillos morados
Traídos de la vieja Persia
Y fumaremos la nube espesa de sus ojos
Rondaremos el patio trasero de sus muslos
Haremos reventar la noche en llanto
Agua tibia, río terso
Para que el día amanezca iluminado de sonrisas
Y floridas las ventanas
Un payaso blanco, un rey
Un ácido en ración
Dos princesas rojas
Y una trágica ilusión
¡Hey tú, amigo!
No finjas calidez
Si entrando enfrías la habitación
Tradução da letra
Eu aspirei o fumo persa
Navegando em um vapor
E na noite mais lunar
Deslizando uma música
Cheguei na hora
Em que o amanhecer abraça o sol
Abrindo o dia
Eu não me importo se um beijo nuclear
Na testa do mundo
Desfaz nos na mão
A linha horizontal
Faz a tua guerra de lado
Se você acabou de viver
Eu ainda não
Esta noite oriental etérea
Os nossos pulmões tuberculosos vão tossir
Sobre a imaculada face da terra
Entraremos nos quartos das púberes donzelas
E cantaremos ao ouvido poemas sujos e insensatos odas
Perverteremos o cheiro de flor de laranjeira dos seus ventos
Com vinhos e perfumes azedos
Lemos cigarros roxos
Trazidos da velha Pérsia
E fumaremos a nuvem espessa de seus olhos
Vamos rondar o quintal das suas coxas
Vamos rebentar a noite em lágrimas
Água morna, rio terso
Para que o dia amanheça iluminado de sorrisos
E as janelas florescem
Um palhaço branco, um rei
Um ácido em ração
Duas princesas vermelhas
E uma ilusão trágica
Ei você, amigo!
Não finja calor
Se entrar arrefece a sala