Jorge Rojas — Sin Memoria letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sin Memoria" de Jorge Rojas.
Letra
Vuelves ahora que encontré la calma
Tantos años con tu ausencia
Y hoy me dices que me amas
Sabes, aun no entiendo tu partida
Cuando vi que te marchabas
Yo sentí que me moría, que me moría
Nada me guarde, te di mi alma
Hace tanto que me faltas
Y hoy me dices que me amas
Todo lo que soy quedo en tus manos
Lo que tengo te lo he dado
Por amor, en cada paso
Y vuelves y otra vez beso tus labios
Que me embriagan y me dicen
Que me olvide del pasado
Sabes esto de volver a verte
Y saber que con el tiempo
No he dejado de quererte
Tuyo como lo es tu propia sombra
Una vez te di mi vida
Escribiendo nuestra historia
Mira fuiste al fin como las hojas
Que se mueren en otoño
Y regresan sin memoria, sin memoria
Sin memoria se quedo tu amor…
Nada me guarde, te di mi alma
Hace tanto que me faltas
Y hoy me dices que me amas
Todo lo que soy quedo en tus manos
Lo que tengo te lo he dado
Por amor, en cada paso
Y vuelves y otra vez beso tus labios
Que me embriagan y me dicen
Que me olvide del pasado
Sabes esto de volver a verte
Y saber que con el tiempo
No he dejado de quererte
Tuyo como lo es tu propia sombra
Una vez te di mi vida
Escribiendo nuestra historia
Mira fuiste al fin como las hojas
Que se mueren en otoño
Y regresan sin memoria, sin memoria
Sin memoria se quedo tu amor…
Tradução da letra
Voltas agora que encontrei a calma
Tantos anos com a tua ausência
E hoje dizes me que me amas
Sabes, ainda não percebi a tua partida
Quando vi que te ias embora
Senti-me a morrer, a morrer
Nada me guarde, dei-te a minha alma
Já me faltaste há tanto tempo
E hoje dizes me que me amas
Tudo o que sou fico nas tuas mãos
Dei te o que tenho
Por amor, em cada passo
E você volta e novamente beijo seus lábios
Que me embebedem e me dizem
Que me esqueça do passado
Sabes isto de voltar a ver te
E saber que com o tempo
Não parei de te amar
Seu como é sua própria sombra
Uma vez dei te a minha vida
Escrevendo nossa história
Olha foste finalmente como as folhas
Que morrem no outono
E eles retornam sem memória, sem memória
Sem memória ficou o teu amor…
Nada me guarde, dei-te a minha alma
Já me faltaste há tanto tempo
E hoje dizes me que me amas
Tudo o que sou fico nas tuas mãos
Dei te o que tenho
Por amor, em cada passo
E você volta e novamente beijo seus lábios
Que me embebedem e me dizem
Que me esqueça do passado
Sabes isto de voltar a ver te
E saber que com o tempo
Não parei de te amar
Seu como é sua própria sombra
Uma vez dei te a minha vida
Escrevendo nossa história
Olha foste finalmente como as folhas
Que morrem no outono
E eles retornam sem memória, sem memória
Sem memória ficou o teu amor…