Joe Arroyo — Rebelión letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Rebelión" de Joe Arroyo.

Letra

Quiero contarle mi hermano un pedacito de la historia negra
De la historia nuestra, caballero
Y dice así:
Uhh!
Dice
En los años mil seiscientos
Cuando el tirano mandó
Las calles de Cartagena
Aquella historia vivió
Cuando aquí llegaban esos negreros
Africanos en cadenas besaban mi tierra
Esclavitud perpetua
Esclavitud perpetua
Esclavitud perpetua
Que lo diga salome
Y que te de
Llego, llego, llego
Un matrimonio africano
Esclavos de un español
El les daba muy mal trato
Y a su negra le pegó
Y fue allí, se rebeló el negro guapo
Tomo venganza por su amor
Y aún se escucha en la verja
No le pegue' a mi negra
No le pegue a la negra
No le pegue a la negra
Oye man !!!
No le pegue a la negra
No le pegue' a la negra
No, no, no, no, no, no
No, no, no, no, no, no
(varias veces con inspiración)
Oye esa negra se me respeta
Ehhh que aun se escucha, se escucha en la verja
No, no, no, no, no
No, no, no, no, no
No, no, no, no, no le pegue a la negra
Negra que me dice…
No le pegue a la negra
No le pegue' a la negra
No le pegue a la negra
No le pegue
Y con ustedes. Chelito de Casa
Vamos a ver que le pegue a jeva
Por que el alma
Que el alma, que el alma
Que el alma, que el alma se me revienta
Ehh! no, no, no, no, no, no le pegue a mi negra
Por que el alma se me agita mi prieta
El Chombo lo sabe
Y tu tambien
No le pegue a la negra

Tradução da letra

Quero contar lhe o meu irmão um bocado da história negra
Da nossa história, cavalheiro
E diz assim:
Uhh!
Diz
Nos anos mil e seiscentos
Quando o tirano mandou
As ruas de Cartagena
Aquela história viveu
Quando esses Negreiros chegavam aqui
Africanos em cadeias beijaram minha terra
Escravidão perpétua
Escravidão perpétua
Escravidão perpétua
Diz lhe salome
E que te dê
Chego, chego, chego
Um casamento africano
Escravos de um espanhol
Ele dava lhes um péssimo acordo
E a sua negra bateu lhe
E foi lá, revoltou-se o negro bonito
Vingança pelo seu amor
E ainda se ouve no portão
Não bata na minha negra
Não bata na preta
Não bata na preta
Ei, meu !!!
Não bata na preta
Não bata na negra
Não, não, não, não, não, não
Não, não, não, não, não, não
(várias vezes com inspiração)
Aquela negra respeita me
Ehhh que ainda se ouve, se ouve no portão
Não, não, não, não, não
Não, não, não, não, não
Não, Não, Não, Não, Não bata na negra
Negra que me diz…
Não bata na preta
Não bata na negra
Não bata na preta
Não lhe bata
E com vocês. Chelito de Casa
Vamos ver se ele bate na jeva
Por que a alma
Que a alma, que a alma
Que a alma, que a alma se rebenta comigo
Ehh! Não, Não, Não, Não, Não, Não bata na minha negra
Porque a alma me agita minha prieta
O Chombo sabe
E tu também
Não bata na preta