Joaquin Sabina — Pongamos Que Hablo de Madrid letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pongamos Que Hablo de Madrid" de Joaquin Sabina.

Letra

Alládonde se cruzan los caminos,
donde el mar no se puede concebir,
donde regresa siempre el fugitivo.
Pongamos que hablo de Madrid.
Donde el deseo viaja en ascensores
un agujero queda para mí,
que me dejo la vida en sus rincones…
Las niñas ya no quieren ser princesas
y a los niños les da por perseguier el mar
dentro de un vaso de ginebra…
Los pájaros visitan al psiquiatra,
las estrellas se olvidan de salir,
la muerte pasa en ambulancias blancas…
El sol es una estufa de butano,
la vida un metro a punto de partir,
hay una jeringa en el lavabo…
Cuando la muerte venga a visitarme
no me despiertes, déjame dormir.
Aquíhe vivido, aquíquiero quedarme.

Tradução da letra

Onde os caminhos se cruzam,
onde o mar não pode conceber,
onde o fugitivo volta sempre.
Digamos que estou a falar de Madrid.
Onde o desejo viaja em elevadores
um buraco permanece para mim,
que eu deixo a minha vida em seus cantos…
As meninas não querem mais ser princesas
e as crianças são perseguidas pelo mar
dentro de um copo de gin…
Os pássaros visitam o psiquiatra,
as estrelas esquecem de sair,
a morte passa em ambulâncias brancas…
O sol é um fogão de butano,
a vida um metro prestes a partir,
há uma seringa no lavatório…
Quando a morte vier visitar me
não me acordes, deixa-me dormir.
Aqui eu vivi, aqui eu quero ficar.