Joaquin Sabina — Menos Dos Alas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Menos Dos Alas" de Joaquin Sabina.

Letra

González era un ángel menos dos alas
Gonzalez era un santo por lo civil
Un dandy con un ojo a la funerala
Tan rojo, tan castizo y tan zascandil
Hilaba en los garitos de mala nota
Boleros de Machín con Juanín de Mieres
Apurando esos whiskys en los que flotan
La luna de las golfas y los crupieres
Cuando volvía del extranjero
Tan forastero
A las dos no era de día
A las seis ya era de noche
Pídame un coche
Fumando espero
Y le aplaudían los camareros
Otoños y otras luces, pan con verbenas
Su príncipe de Gales, tan Cortefiel
Tratado de urbanismo, Juan de Mairena
Chicana, magdalena, tinta y papel
Verde por la vergüenza que no tenía
Hasta ayudó a Caronte a quemar sus naves
Decía que morirse no era tan grave
Y agonizó en voz baja por cortesía
Cuando volvía del extranjero
Tan forastero
A las dos no era de día
A las seis ya era de noche
Pídame un coche
Fumando espero
Y le aplaudían los camareros

Tradução da letra

Gonzalez era um anjo menos duas asas
Gonzalez era um santo pelo civil
Um dandy com um olho para a funerala
Tão vermelho, tão castigado e tão zascandil
Fiava nos garinhos de má nota
Boleros de Machín com Juanín de Mieres
Apressando os uísques em que flutuam
A lua das golfas e dos croupiers
Quando voltava do estrangeiro
Tão estranho
Às duas não era de dia
Às seis já era de noite
Pede me um carro
Fumar espero
E os garçons aplaudiram
Outonos e outras luzes, pão com verbenas
Seu príncipe de Gales, tão Cortefiel
Tratado de urbanismo, Juan de Mairena
Chicana, Madalena, tinta e papel
Verde pela vergonha que não tinha
Até ajudou Caronte a queimar as suas naves
Dizia que morrer não era assim tão grave
E agonizou em voz baixa por cortesia
Quando voltava do estrangeiro
Tão estranho
Às duas não era de dia
Às seis já era de noite
Pede me um carro
Fumar espero
E os garçons aplaudiram