Joaquin Sabina — Esta Noche Contigo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Esta Noche Contigo" de Joaquin Sabina.

Letra

que no arranquen los coches
que se detengan todas las factorias
que la ciudad se llene de largas noches y calles frias
que se enciendan las velas
que cierren los teatros y los hoteles
que se queden dormidos, los centinelas en los cuarteles
que se mojen las balas
que se borren las fotos de las revistas
que se coman a besos, las colegialas a los artistas
que se toque la gente
que no lleguen los trenes a la frontera
que sean cariñosas con los clientes las camareras
por que voy a salir esta noche contigo
se quedaran sin veatos las catedrales
y seremos dos gatos al abrigo, de los portales
que se enfaden las flores
que vuelvan las cigueñas al calendario
que sufran por amores, los dictadores y los notarios
que se muera el olvido
que se escondan las llaves de los juzgados
que se acuerde cupido, de los marinos abandonados
por que voy a salir, esta noche contigo
se quedaran sin coartada, los criminales
y seras mi invitada en paraisos artificiales
cuando llegue por fin mi mensaje a tus manos
en una gasolinera vieja, esperare
y tomaremos juntos al abordaje, la carretera que te conte
dejaremos colgada, la caprichosa luna sobre los cines
y las estatuas publicas derribadas en los jardines
por que voy a salir esta noche contigo
se quedaran sin medallas, los generales
y seremos los gatos mas canallas, de los portales
que se mojen las balas…

Tradução da letra

não liguem os carros
que parem todas as facções
que a cidade se encha de longas noites e ruas frias
que as velas se acendam
que fechem os teatros e os hotéis
que adormeçam, os Sentinelas nos quartéis
que se molhem as balas
que as fotos das revistas sejam apagadas
que se comam a beijos, as alunas aos artistas
toca as pessoas
que os comboios não cheguem à fronteira
que sejam carinhosas com os clientes as empregadas
porque vou sair contigo esta noite
as catedrais ficarão sem veatos
e seremos dois gatos abrigados, dos portais
deixa as flores zangadas
que voltem as virunhas ao calendário
que sofram por amores, ditadores e notários
que o esquecimento morra
que se escondam as chaves dos tribunais
que se lembre cupido, dos marinheiros abandonados
porque vou sair contigo esta noite
vão ficar sem álibi, os criminosos
e serás minha convidada em paraisus artificiais
quando finalmente chegar a minha mensagem às tuas mãos
num posto de gasolina velho, vou esperar
e tomaremos juntos a abordagem, a estrada que te conte
deixaremos pendurada, a lunática lua sobre os cinemas
e as estátuas públicas derrubadas nos jardins
porque vou sair contigo esta noite
eles vão ficar sem medalhas, os generais
e seremos os gatos mais canalhas, dos portais
que se molhem as balas…