Joaquin Sabina — Cuando Aprieta El Frio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuando Aprieta El Frio" de Joaquin Sabina.

Letra

Viajero que regresas a esa ciudad del Norte
donde una dulce nieve empapa la razón,
donde llegan los barcos cargados de preguntas
a muelles laboriosos como mi corazón
háblale de mi vida, las autopistas negras
que atraviesan volando mi terca soledad,
esa gente que pasa por la calle, llevando
mi pensamiento al otro lado de la ciudad.
Cuando de ella y de míqueden sólo estos versos,
los hoteles que un día quisimos compartir,
los coches aparcados sobre nuestro recuerdo,
la Glorieta de Atocha donde la conocí,
dile que estoy parado al final de mímismo
igual que un aduanero sin nadie a quien multar,
como un autoestopista debajo de la lluvia,
como la menopausia de una mujer fatal.
Y dile que la echo de menos,
cuando aprieta el frio,
cuando nada es mio,
cuando el mundo es sórdido y ajeno,
que no se te olvide,
es de esas que da siempre un poco más
que todo??¦ y nada piden.
Cuéntale que la extraño y que me siento seco
igual que un presidente dentro del autobús,
como una Kawasaki en un cuadro de El Greco,
igual que un perro a cuadros, igual que un gato azul.
Y dile que la echo de menos
cuando aprieta el frio,
cuando nada es mio,
cuando el mundo es sórdido y ajeno,
que no se te olvide,
es de esas que da siempre un poco más
que todo??¦ y nada piden.

Tradução da letra

Viajante que regressas a essa Cidade Do Norte
onde uma neve doce embebe a razão,
onde os navios carregados de perguntas chegam
a docas laboriosas como o meu coração
fala-lhe da minha vida, das auto-estradas negras
que atravessam a minha solidão teimosa,
aquelas pessoas que passam pela rua, levando
o meu pensamento do outro lado da cidade.
Quando dela e de miqueden somente estes versos,
os hotéis que um dia quisemos compartilhar,
os carros estacionados sobre a nossa memória,
o gazebo de Atocha onde a conheci,
diz lhe que estou parado no fim de mim mesmo
como um alfandegário sem ninguém para multar,
como um mochileiro Debaixo da chuva,
como a menopausa de uma mulher fatal.
E diz lhe que tenho saudades dela,
quando aperta o frio,
quando nada é meu,
quando o mundo é sórdido e estranho,
não te esqueças,
é daquelas que dá sempre um pouco mais
que tudo??¦ e nada pedem.
Diz lhe que sinto a falta dela e que me sinto seco
tal como um presidente dentro do autocarro,
como uma Kawasaki em uma caixa de El Greco,
igual a um cão Xadrez, igual a um gato azul.
E diz lhe que tenho saudades dela
quando aperta o frio,
quando nada é meu,
quando o mundo é sórdido e estranho,
não te esqueças,
é daquelas que dá sempre um pouco mais
que tudo??¦ e nada pedem.