Joan Sebastian — Corrido De Zenon El letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Corrido De Zenon El" de Joan Sebastian.

Letra

Les voy a contar señores, un corrido que es real
Esto sucedió en Juliantla del antiguo mineral
El primer día de Febrero, un miércoles muy temprano
Con tres balazos certeros, murió Zenón Campuzano
Dicen que Zenón mataba, nomás de puro placer
Y a más de tres en el pueblo, ya los había hecho correr
Lo tuvieron en la cárcel, le hicieron cargos de robo
Toritos para el menudo, marranitas para el adobo
Había peleado con Pedro, Adrián, Pancho y Juvenal
Pero les temblaba el pulso, y no le pudieron dar
Tenía muchos enemigos, hicieron la coperacha
Decían todos sus amigos, lo mataron a la gacha
Dicen que fue Filiberto el que sirvió de padrino
A mi así me la corrieron, no crean que soy adivino
Ya me voy no me despido, no es fácil pelar la tuna
Este corrido se aguata, el de Campuzano Luna
Pagaron sus enemigos, hicieron la coperacha
Decían todos sus amigos, lo mataron a la gacha
Ya me voy no me despido, y este verso es de pilón
Aquí termino el corrido, de aquel horrendo Zenón

Tradução da letra

Vou contar-vos, senhores, uma corrida que é real
Isso aconteceu em Juliantla do Antigo mineral
O primeiro dia de Fevereiro, uma quarta-feira muito cedo
Com três tiros certeiros, morreu Zenón Campuzano
Dizem que Zenão matava, só de puro prazer
E mais de três na aldeia já os tinha feito correr
Levaram-no para a prisão, acusaram-no de roubo
Toritos para o muitas vezes, marranitas para a marinada
Ele lutou com Pedro, Adrian, Pancho e Juvenal
Mas o pulso tremia, e não lhe puderam dar
Ele tinha muitos inimigos, eles fizeram a coperacha
Diziam todos os amigos, mataram - no à gacha
Dizem que foi o Filiberto que serviu de padrinho
A mim Assim me correram, não acreditem que sou adivinho
Já vou não me despeço, não é fácil descascar a tuna
Este corrido aguata-se, o de Campuzano Luna
Pagaram seus inimigos, fizeram a coperacha
Diziam todos os amigos, mataram - no à gacha
Não me despeço, e este verso é de pilão
Aqui termino o corrido, daquele horrendo Zenão