Joan Manuel Serrat — Esos Locos Bajitos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Esos Locos Bajitos" de Joan Manuel Serrat.

Letra

A menudo los hijos se nos parecen
asi nos dan la primera satisfacción
esos que se menean con nuestros gestos
echando mano a cuanto hay a su alrededor
Esos locos bajitos que se incorporan
con los ojos abiertos, de par en par
sin respeto al horario, ni a las costumbres
y a los que por su bien hay que domesticar
Niño, deja ya de joder con la pelota
niño, que eso no se dice, que eso no se hace, que eso no se toca.
Cargan con nuestros dioses y nuestro idioma
con nuestros rencores y nuestro porvenir
por eso nos parece que son de goma
y que les bastan nuestros cuentos para dormir
Nos empeñamos en dirigir sus vidas,
sin saber el ofirico y sin vocación
les vamos transmitiendo nuestras frustraciones
con la leche templada y en cada canción
Niño, deja ya de joder con la pelota
niño, que eso no se dice, que eso no se hace, que eso no se toca.
Nada ni nadie puede impedir que sufran
que las agujas avancen en el reloj
que decidan por ellos, que se equivoquen
que crezcan y que un día
nos digan adiós…
(Gracias a Guillermo Menéndez por esta letra)

Tradução da letra

Muitas vezes os filhos se assemelham a nós
assim, nos dão a primeira satisfação
aqueles que se mexem com os nossos gestos
lançando mão de tudo ao seu redor
Aqueles baixinhos malucos que se incorporam
com os olhos abertos, bem abertos
sem respeito pelo horário, nem pelos costumes
e para aqueles que para o seu bem tem que domar
Rapaz, pára de brincar com a bola
criança, que isso não é dito, que isso não é feito, que isso não é tocado.
Eles carregam com nossos deuses e nossa língua
com os nossos rancores e o nosso futuro
é por isso que achamos que são de borracha
e que lhes bastam as nossas histórias para dormir
Empenhamo nos em Gerir as suas vidas,
sem saber o ofirico e sem vocação
vamos transmitir lhes as nossas frustrações
com leite temperado e em cada canção
Rapaz, pára de brincar com a bola
criança, que isso não é dito, que isso não é feito, que isso não é tocado.
Nada nem ninguém pode impedir que sofram
que as agulhas avancem no relógio
que decidam por eles, que se enganem
que cresçam e que um dia
digam adeus…
(Graças a Guillermo Menéndez por esta letra)