Joan Manuel Serrat — Cuando Me Vaya letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cuando Me Vaya" de Joan Manuel Serrat.

Letra

Me iré despacio un amanecer
que el sol vendrá a buscarme temprano.
Me iré desnudo, como llegué.
Lo que me diste cabe en mi mano.
Mientras tú duermes deshilaré
en tuyo y mío lo que fue nuestro
y a golpes de uñas en la pared
dejaré escrito mi último verso.
Y a la grupa
del terral, mi chalupa
de blanca vela peinará el mar.
¿Qué soledad te vendrá a buscar???
Cuando me vaya.
Cuando me vaya.
Luna tras luna, llamándome
bajarás donde el azul se rompe.
El viento te abrazará de pie
hurgando el vientre del horizonte.
Una sonrisa se esfumará
rozando el borde de los aleros.
Tu boca amarga preguntará
¿…para quién brillan hoy los luceros?
Y las olas
sembrarán caracolas
arena y algas entre tus pies.
Los besarán y se irán después
hacia otra playa.
Cuando me vaya.
Me iré silbando aquella canción
que me cantaba cuando era un crío
un marinero lleno de ron
por si en verano sentía frío.
Me iré despacio y sé que quizás
te evoque triste doblando el faro.
Después la aldea quedará atrás,
después el día será más claro.
Y ese día
dulce melancolía,
has de arrugarte junto al hogar.
Sin una astilla para quemar.
Cuando me vaya.
Cuando me vaya.
(Gracias a leandro por esta letra)

Tradução da letra

Eu vou devagar um amanhecer
que o sol virá buscar-me cedo.
Vou-me embora nu, como cheguei.
O que me deste cabe na minha mão.
Enquanto tu dormes eu desfilo
em teu e meu o que foi nosso
e para bater as unhas na parede
vou escrever o meu último verso.
E à garupa
do terral, minha chalupa
de branca vela vai pentear o mar.
Que solidão te virá buscar???
Quando eu sair.
Quando eu sair.
Lua após lua, chamando-me
você vai descer onde o azul quebra.
O vento vai te abraçar de pé
cutucando a barriga do horizonte.
Um sorriso vai desaparecer
roçando a borda dos beirais.
Sua boca amarga perguntará
hoy para quem brilham hoje as luzes?
E as ondas
eles semearão caracóis
areia e algas entre os pés.
Eles vão beijá Los e sair depois
para outra praia.
Quando eu sair.
Vou assobiar aquela canção
que cantava para mim quando era criança
um marinheiro cheio de rum
no caso de sentir frio no verão.
Vou devagar e sei que talvez
eu evoco você triste dobrando o farol.
Depois a aldeia ficará para trás,
depois o dia será mais claro.
E, nesse dia,
doce melancolia,
tens de te enrugar ao pé da casa.
Sem uma lasca para queimar.
Quando eu sair.
Quando eu sair.
(Obrigado a leandro Por esta letra)