Joan Baez — Stones In The Road letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Stones In The Road" de Joan Baez.

Letra

When we were young, we pledged allegiance every morning of our lives
The classroom rang with children’s voices under teacher’s watchful eye
We learned about the world around us at our desks and at dinnertime
Reminded of the starving children, we cleaned our plates with guilty minds
And the stones in the road we played like marbles in the dust
Until a voice called for us to make our way back home
When I was ten, my father held me on his shoulders above the crowd
To see a train draped in mourning pass slowly through our town
His widow kneeled with all her children at the sacred burial ground
The TV glowed that long hot summer with all the cities burning down
And the stones in the road flew out from our bicycle tires
Worlds removed from all those fires as we raced each other home
And now we drink our coffee on the run and climb that ladder rung by rung
We are the daughters and the sons and here’s the line that’s missing…
The starving children have been replaced by souls out on the street
We give a dollar when we pass and hope our eyes don’t meet
We pencil in, we cancel out, we crave the corner suite
We kiss your ass, we make you hold, we doctor the receipt
And the stones in the road leave a mark from whence they came
A thousand points of light or shame, baby, I don’t know
Stones in the road…

Tradução da letra

Quando éramos jovens, jurávamos fidelidade todas as manhãs das nossas vidas.
A sala de aula tocou com as vozes das crianças sob o olhar atento do professor
Aprendemos sobre o mundo à nossa volta nas nossas mesas e à hora de jantar.
Lembrados das crianças famintas, limpámos os pratos com mentes culpadas.
And the stones in the road we played like marbles in the dust
Até que uma voz nos chamou para voltar para casa
Quando eu tinha dez anos, o meu pai segurou-me nos ombros por cima da multidão.
Ver um comboio de luto passar lentamente pela nossa cidade
A Viúva ajoelhou-se com todos os seus filhos no cemitério Sagrado.
A televisão brilhou naquele verão quente, com todas as cidades a arder.
E as pedras na estrada saíram dos nossos pneus de bicicleta.
Mundos afastados de todos aqueles incêndios enquanto nos encontrávamos em casa
E agora bebemos o nosso café em fuga e subimos aquele degrau de escada em degrau.
Nós somos as filhas e os filhos e aqui está a linha que falta…
As crianças famintas foram substituídas por almas na rua.
Damos um dólar quando passamos e esperamos que os nossos olhos não se encontrem
Entramos, cancelamos, ansiamos pela suite da esquina.
Lambemos-te o cu, fazemos-te esperar, tratamos do recibo.
E as pedras na estrada deixam uma marca de onde vieram.
Mil pontos de luz ou vergonha, querida, não sei
Pedras na estrada…