Jethro Tull — First Snow On Brooklyn letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "First Snow On Brooklyn" de Jethro Tull.
Letra
I flew in on the evening plane.
Is it such a good idea that I am here again?
And I could cut my cold breath with a knife.
And taste the winter of another life.
A yellow cab from JFK, the long way round.
I didn't mind: gave me thinking time before I ran aground
on rocky memories and choking tears.
I believe it only rained round here in thirty years.
Now, it's the first snow on Brooklyn and my cold feet are drumming.
You don't see me in the shadows from your cozy window frame.
And last night, who was in your parlour wrapping presents in the late hour
to place upon your pillow as the morning came?
Thin wind stings my face: pull collar up.
I could murder coffee in a grande cup.
No welcome deli; there's no Starbucks here.
A dime for a quick phone call could cost me dear.
And the first snow on Brooklyn paints a Christmas card upon the pavement.
The cab leaves a disappearing trace and then it's gone.
And the snow covers my footprints, deep regrets and heavy heartbeats.
When you wake you'll never see the spot that I was standing on.
Some things are best forgotten: some are better half-remembered.
I just thought that I might be there on your, on your Christmas night.
And the first snow on Brooklyn makes a lonely road to travel —
cold crunch steps that echo as the blizzard bites.
Tradução da letra
Voei no avião da noite.
É assim tão boa ideia eu estar aqui outra vez?
E podia cortar o meu hálito frio com uma faca.
E provar o inverno de outra vida.
Um táxi amarelo do JFK, o caminho mais longo.
Não me importava, dava - me tempo para pensar antes de encalhar.
sobre memórias rochosas e lágrimas sufocantes.
Creio que só choveu por aqui em trinta anos.
Agora, é a primeira neve em Brooklyn e os meus pés frios estão a bater.
Não me vês nas sombras da tua janela.
E ontem à noite, quem estava no teu salão a embrulhar presentes no final da hora?
para colocares na tua almofada quando chegasse a manhã?
O Vento Fino pica - me a cara, puxa o colarinho para cima.
Podia matar café numa chávena grande.
Não há nenhum Starbucks aqui.
Uma moeda por um telefonema rápido pode custar-me caro.
E a primeira neve em Brooklyn pinta um cartão de Natal no pavimento.
O táxi deixa um rasto desaparecido e depois desaparece.
E a neve cobre as minhas pegadas, arrependimentos profundos e batimentos cardíacos pesados.
Quando acordares, nunca verás o lugar onde eu estava.
Algumas coisas são melhor esquecidas: algumas são melhor meio lembradas.
Pensei que podia estar lá na tua noite de Natal.
E a primeira neve em Brooklyn faz uma estrada solitária para viajar —
passos frios que ecoam enquanto o nevão morde.