Jerry Douglas — The Boxer letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Boxer" de Jerry Douglas.
Letra
I am just a poor boy
Though my story seldom told
I squandered my resistance
For a pocket full of mumbles such are promises
All lies and jests
Still a man hears
What he wants to hear
And disregards the rest
When I left my home and my family
I was no more than a boy
In the company of strangers
In the quiet of the railway stations running scared
Laying low seeking out the poor quarters
Where the ragged people go
Looking for the places
Only they would know
Asking only workman’s wages
I come looking for a job
But I get no offers
Just a come on
From the whores of seventh avenue
I do declare there were times
That I was so lonesome
I took some comfort there
Then I’m laying down my winter clothes
And wishing I was gone going home
Where the New York City winters
Are bleeding me, bleeding me going home
In the clearing stands a boxer and a fighter by his trade
And he carries the reminder of every glove that laid him down
And cut him till he cried out in his anger and his shame
I am leaving I am leaving but the fighter sill remains
Tradução da letra
Sou apenas um pobre rapaz.
Embora a minha história raramente contasse
Desperdicei a minha resistência.
Para um bolso cheio de mumbles tais são promessas
Todas as mentiras e brincadeiras
Ainda um homem ouve
O que ele quer ouvir
E desconsidera o resto
Quando deixei a minha casa e a minha família
Eu não era mais do que um rapaz
Na companhia de estranhos
No silêncio das estações ferroviárias que correm assustadas
Em baixo à procura dos bairros pobres
Para onde vão as pessoas esfarrapadas
À procura dos lugares
Só eles saberiam
Pedir apenas o salário do trabalhador
Vim à procura de emprego.
Mas não recebo ofertas.
Vamos lá.
Das prostitutas da Sétima Avenida
Eu declaro que houve tempos
Que estava tão só
Confortei-me lá.
Então eu vou pousar as minhas roupas de Inverno
E desejando ter ido para casa
Onde a cidade de Nova Iorque inverna
Estás a sangrar-me, a sangrar-me a ir para casa
Na clareira está um pugilista e um lutador pela sua profissão
E traz consigo a lembrança de todas as luvas que o tiverem deitado.
E cortá-lo até que ele gritou com a sua raiva e vergonha
Vou-me embora, Vou-me embora, mas o solhão permanece.