Jean-Jacques Goldman — Je chante pour ça letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Je chante pour ça" de Jean-Jacques Goldman.

Letra

Parce qu’un jour, John a écrit «Because»
Parce que tout tangue tant quand on cause
Parce que tes yeux sonnent comme un do dièse
Et que ça swingue quand le jour s’achève
Parce que la terre est au dessous du ciel
Pas au-delà, que ça nous plaise ou pas
Parce que les notes sont belles et rebelles
Un peu de tout ça, un p’tit peu de voix
Un p’tit peu d'émoi et 1, 2, 3
Je chante pour ça (x2)
Ces mots, ces airs-là
Naissent dans ma tête, au bout de mes doigts
Un peu pour toutes ces raisons-là
Je chante pour ça
Pourquoi? Je sais pas
Peut-être un peu à cause de tout ça
Et tout ce que je ne comprends pas
Parce que désespoir pour désespoir
Autant noyer tout ça dans le caviar
Parce que l’amour nous trahit chaque fois
Autant le faire dans des draps de soie
Parce que les dingos, les vrais marginaux
Sont dans les palaces, pas dans les ghettos
Parce qu’on est cuit et qu’on y croit quand-même
Le temps d’un regard, le temps d’un panard
Le temps d’un «je t’aime» ou d’un poème

Tradução da letra

Porque um dia, John escreveu " porque»
Porque está tudo tão confuso quando estamos a falar
Porque os teus olhos parecem um C afiado.
E que Balance quando o dia acabar
Porque a terra está abaixo do céu
Não mais além, quer gostemos ou não.
Porque as notas são bonitas e rebeldes
Um pouco, um pouco de voz
Um pouco de emoção e 1, 2, 3
Eu canto para ele (x2)
Estas palavras, estas músicas
Nascido na minha cabeça, ao meu alcance
Um pouco por todas estas razões
Eu canto para ela
Por quê? Não sei.
Talvez um pouco por causa disto tudo.
E tudo o que eu não entendo
Porque desespero para desespero
Mais vale afogar tudo isso em caviar.
Porque o amor trai - nos sempre
Tal como fazê-lo em lençóis de seda
Porque os dingos, os verdadeiros párias
Estão em palácios, não em guetos
Porque estamos cozinhados e ainda acreditamos
O tempo de um olhar, o tempo de um panard
O tempo de um "amo-te" ou um poema