Jean Ferrat — Le Jour Où Je Deviendrai Gros letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Jour Où Je Deviendrai Gros" de Jean Ferrat.

Letra

Séchez vos pleurs belles maîtresses
Nous ne nous choquerons plus les os
Voici venir des jours de liesse
Voici venir l' amour nouveau
Sur mes genoux comme à confesse
Vous pourrez vous tenir au chaud
Le jour le jour le jour le jour
Où je deviendrai gros
Plus s’agrandira ma bedaine
Plus s’amoindrira mon cerveau
Comme Jeanne filant la laine
Entendait les voix du très haut
Plût à vous vierges souveraines
Que je ne sois qu’un peu dévot
Tous les soirs au café de France
Devant mon troisième pernod
A des notables d’importance
Je réciterai mon crédo
Que je suis fier de notre France
De ses bourgeois et généraux
La rosette à la boutonnière
Je saluerai bas le drapeau
J'écouterai les légionnaires
Chanter le temps du sable chaud
En versant des larmes amères
Sur nos colonies, les salauds
Le doute se glisse en mon âme
Me met des frissons dans le dos
C’est le régime que ma femme
Voudra m’imposer illico
Devrai-je vivre autant de drames
Que je mangerai de perdreaux
Puisque contre moi tout se ligue
Comment choisir entre deux maux
Etre un semblant d’escartefigue
Ou bien rester dedans ma peau
Si je suis gras comme une figue
Je serai con comme un pruneau

Tradução da letra

Seca as tuas lindas amantes chorosas
Não vamos mais chocar os ossos.
Aqui vêm os dias de alegria
Aqui Vem O Amor De Novo
De joelhos como se confessasse
Podes manter-te quente.
O dia o dia o dia o dia
Onde vou engordar
Quanto mais a minha bedaine crescer
Quanto mais o meu cérebro encolher
Como Jeanne girando a lã
Ouvi as vozes do Altíssimo
Mais para vocês Virgens soberanas
Que sou apenas um pouco devoto
Todas as noites no café de França
Em frente ao meu terceiro pernod
Um povo notável de importância
Vou recitar o meu credo.
Que estou orgulhoso da nossa França
Dos seus burgueses e generais
A roseta no boutonniere
Saudarei a bandeira
Vou ouvir os legionários.
Hora de cantar areia quente
Derramando lágrimas amargas
Nas nossas colónias, os bastardos
A dúvida entra na minha alma
Arrepia-me pelas costas
Esta é a dieta que a minha mulher faz.
Vai querer impor-me illico
Terei de viver tantos dramas
Vou comer Perdizes.
Pois contra mim tudo se une
Como escolher entre duas doenças
Seja uma aparência de scartefigue
Ou ficar na minha pele
Se eu for gordo como um figo
Serei um idiota como uma ameixa