Jean-Claude Darnal — Le tour du monde letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le tour du monde" de Jean-Claude Darnal.

Letra

Dans une vieille caisse en bois
Qui vient de Samoa
Je vais faire un trois mâts
Après quoi je trouverai une fille à aimer
Qui partout me suivra
Riche de tout cet argent
Brillant sur l’océan, nous irons
Nous laisserons la grand voile
Traîner dans les étoiles tout du long
Tant mieux si la route est longue
Je ferais le tour du monde
Nous irons dans les pays
Où l’or les pierreries
Cachés dans les galions
Attendent les grands enfants
Qui ont le soir couchant
Des rêves d'évasion
Et nous irons dans les villes
Où pour parler de filles et d’amour
On met des chapeaux de lune
Et des manteaux de plumes en velours
Dans les ports nous danserons
Aux rhytmes des flons flons
Sous les lampions des fêtes
Et nous boirons ces boissons
Dont déjà seul les noms
Nous font tourner la tête
Nous verrons chaque matin
Le jour monter sans fin au soleil
Nous verrons glisser vers l’eau
Les sommets bien plus hauts que le ciel
Lavés par les océans
Décoiffés par les vents
Brûlés par le soleil
Un beau jour nous rentrerons
Les yeux pleins de visions
Les lèvres au goût de sel
Notre trois-mâts portera
Du poivre ou du tabac, je ne sais quoi
Nous entrerons dans la ville
Avec cet air tranquille des grands rois

Tradução da letra

Numa velha caixa de madeira
Que vem de Samoa
Vou fazer três mastros.
Depois disso vou encontrar uma rapariga para amar
Que me seguirá por todo o lado
Rico de todo aquele dinheiro
Shining on the ocean, we'll go
Deixaremos o grande véu
Pendurados nas estrelas
Tanto melhor se a estrada for longa
Eu daria a volta ao mundo
Vamos para os países
Onde pedras douradas
Escondido nas cozinhas
À espera das crianças grandes
Que têm o cenário da noite
Sonhos de fuga
E vamos para as cidades
Onde falar de raparigas e amor
Pomos chapéus lunares
E Casacos de penas de veludo
Nos portos dançaremos
Para os rhytmes dos flons
Sob as lanternas das férias
E vamos beber estas bebidas.
Cujos nomes já são os únicos
Faz-nos virar a cabeça
Veremos todas as manhãs.
O dia nasce interminavelmente ao sol
Veremos deslizar em direcção à água
Os picos são muito mais altos do que o céu
Lavada pelos oceanos
Soprado pelos ventos
Queimado
Um belo dia estaremos em casa
Olhos cheios de visões
Lábios sabor a sal
Os nossos três mastros carregarão
Pimenta ou tabaco, não sei o que
Entraremos na cidade
Com este ar calmo dos grandes reis