Jayce Lewis — Paradox letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Paradox" de Jayce Lewis.
Letra
Endure, this raw
Feeling that I have lately
Enclosed, it shows
And I am caught up and needing more
Enslave the deepest parody
Ironed out truth is wrong
Enrage, the deepest feeling
Without makes life a bore
It is lame, in this game?
I can’t seem to want to stop anymore
Unsure, with this score
And I’m in need of the perfect form
In light my rawest feeling
Lost all nerves again
First time’s my second story
Last grip’s not the same
This need, is greed
I can’t seem to want to stop anymore
You’re gone, I’m wrong
This lift was not so beautiful
Living inside this cell again
Caught up now feel my rage
Inside, never ends
Now I’ve seen enough of this game that we made
You and I are never wrong
We’re not all the same
Now I’ve seen enough of this game that we made
You and I are never wrong
We’re not all the same
I don’t even lie
I don’t even lie
I don’t even lie
I don’t even lie
Living inside this cell again
Caught up now feel my rage
Inside, never ends
Tradução da letra
Suporta, esta crua
Sentimento que tenho ultimamente
Em anexo, mostra
E estou preso e a precisar de mais
Escravizar a paródia mais profunda
A verdade passada a ferro está errada.
O sentimento mais profundo
Sem faz da vida um aborrecimento
É foleiro, neste jogo?
Não consigo parar mais.
Incerto, com esta pontuação
E preciso da forma perfeita
À luz do meu sentimento mais cru
Perdi os nervos outra vez.
A primeira vez é a minha segunda história.
O último aperto não é o mesmo
Esta necessidade, é ganância
Não consigo parar mais.
Tu desapareceste, eu errei.
Este elevador não era assim tão bonito.
A viver dentro desta cela outra vez.
Apanhado agora sente a minha raiva
Lá dentro, nunca acaba
Já vi o suficiente deste jogo que fizemos.
Tu e eu nunca estamos errados.
Não somos todos iguais
Já vi o suficiente deste jogo que fizemos.
Tu e eu nunca estamos errados.
Não somos todos iguais
Eu nem sequer minto.
Eu nem sequer minto.
Eu nem sequer minto.
Eu nem sequer minto.
A viver dentro desta cela outra vez.
Apanhado agora sente a minha raiva
Lá dentro, nunca acaba