Javier Álvarez — En Esta Casa letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En Esta Casa" de Javier Álvarez.

Letra

Antes eran otros tiempos, se querían las mocitas, los mocitos
Tutearse no era fácil, ni saltarse a la torera alguna norma de corrido
Qué de chuzos han caído, cuántas veces nos hemos arrepentido
De medir tanto las cosas y agachar la calva ante el amor comprometido
En esta casa tuya y mía es como si hubiesen vivido dos fantasmas de otro siglo
Nos hemos hecho comodísimos y todo nos parece lo normal o lo indebido
La confianza y nuestros cuerpos se han dormido por haber dejado abandonado el
ritmo
Y en nuestra habitación, dentro de algún cajón… sueña el amor
Sesenta años y cuarenta de ellos cenando en la misma mesa
A veces pienso en si la gente contará todos sus días como estando en esta celda
Que aunque los dos nos fabricamos poco a poco y perfumamos muy coqueta
Terminó siendo un mar continuo de peleas con bastantes dosis de esta
indiferencia
En esta casa tuya y mía es como si hubiesen vivido dos fantasmas de otro siglo
Nos hemos hecho comodísimos y todo nos parece lo normal o lo indebido
La confianza y nuestros cuerpos se han dormido por haber dejado abandonado el
ritmo
Y en nuestra habitación, dentro de algún cajón… viaja el amor
En esta casa tuya y mía es como si hubiesen vivido dos fantasmas
Nos hemos hecho comodísimos y todo nos parece lo normal
La confianza y nuestros cuerpos se han dormido por haber dejado de investigar
Y en nuestra habitación, en algún cajón… vive el amor

Tradução da letra

Antes eram outros tempos, amavam-se as moitas, os mócitos
Tutelar-se não era fácil, nem pular na torera alguma norma de corrido
Quantas vezes nos arrependemos
De medir tanto as coisas e agachar a careca para o amor comprometido
Nesta casa tua e minha é como se tivessem vivido dois fantasmas de outro século
Tornámo nos comodíssimos e tudo nos parece normal ou indevido
A confiança e os nossos corpos adormeceram por terem deixado o
ritmo
E no nosso quarto, dentro de uma gaveta sueña sonha o amor
Sessenta anos e quarenta deles jantando na mesma mesa
Às vezes penso se as pessoas vão contar todos os dias como estando nesta cela
Que embora nós dois fabricamos pouco a pouco e perfumamos muito glamour
Acabou sendo um mar contínuo de lutas com doses suficientes desta
indiferença
Nesta casa tua e minha é como se tivessem vivido dois fantasmas de outro século
Tornámo nos comodíssimos e tudo nos parece normal ou indevido
A confiança e os nossos corpos adormeceram por terem deixado o
ritmo
E no nosso quarto, dentro de uma gaveta viaja o amor viaja
Nesta tua e minha casa é como se tivessem vivido dois fantasmas
Nós nos tornamos muito confortáveis e tudo parece normal para nós
A confiança e os nossos corpos adormeceram por terem parado de investigar
E no nosso quarto, em alguma gaveta vive vive o amor