Javier Álvarez — De Aqui A La Eternidad letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "De Aqui A La Eternidad" de Javier Álvarez.

Letra

Afuera el frío arruga la ciudad
Y el tiempo sólo existe para los que están
Deben ser cuatrocientos años los que se van
Las manos son ya ciegas de planchar un plan
Sueño con escapar de este berenjenal
Y el mar sólo lo vi en «de aquí a la eternidad»
La encontraron dormida en una rama
La encontraron perdida en una plaza
La encontraron dormida y con el alma lejos
Volando lejos
Asola el pensamiento la agonía de pensar
Pensar en tantos valses que pude bailar
Domestiqué una culpa por soñar tan mal
Con príncipes que no temieran naufragar
Sueño con escapar de este berenjenal
Y adentro sufro sola, por no saber gritar
La encontraron dormida en una rama
La encontraron perdida en una plaza
La encontraron dormida y con el alma lejos
Volando lejos
Tengo el presentimiento de alguna verdad
Se agolpa en el recuerdo que futuro no hay
Los ojos se me cierran y aún he de limpiar
Mañana dulcemente tengo que acabar
De tejer el ayer, recorrer un mantel
Poblado de unos niños que yo amamanté
La encontraron dormida en una rama
La encontraron perdida en una plaza
La encontraron dormida y con el alma lejos
Volando lejos
La princesa se fue su sonrisa mostró
El cuerpo un poco mustio de zurcir tanto el amor
La encontraron dormida en una rama
La encontraron perdida en una plaza
La encontraron dormida y con el alma lejos
Volando lejos

Tradução da letra

Lá fora o frio enruga a cidade
E o tempo só existe para aqueles que estão
Devem ser quatrocentos anos os que se vão embora
As mãos já estão cegas de passar um plano
Sonho em fugir desta confusão
E o mar Eu só vi em " daqui para a eternidade»
Encontraram na a dormir num ramo
Encontraram na perdida numa praça
Encontraram na a dormir e com a alma longe
Voando longe
Assola o pensamento a agonia de pensar
Pensar em tantas valsas que eu poderia dançar
Eu domei uma culpa por sonhar tão mal
Com príncipes que não têm medo de naufragar
Sonho em fugir desta confusão
E lá dentro sofro sozinha, por não saber gritar
Encontraram na a dormir num ramo
Encontraram na perdida numa praça
Encontraram na a dormir e com a alma longe
Voando longe
Tenho o pressentimento de alguma verdade
Ele se agolpa na memória Que futuro não há
Os meus olhos fecham se e ainda tenho de limpar
Amanhã docemente tenho que acabar
De tecer o ontem, percorrer uma toalha de mesa
Povoado de umas crianças que eu amamentei
Encontraram na a dormir num ramo
Encontraram na perdida numa praça
Encontraram na a dormir e com a alma longe
Voando longe
A princesa deixou seu sorriso mostrou
O corpo um pouco musty de zurcir tanto amor
Encontraram na a dormir num ramo
Encontraram na perdida numa praça
Encontraram na a dormir e com a alma longe
Voando longe