Javier Álvarez — Amor En Vena letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Amor En Vena" de Javier Álvarez.
Letra
Esta víctima llegó con su más linda diadema
Para retirarse el pelo y dar su cara de pena
Su destino se torció y ella prefiere dormirse
Con las piernas bien dobladas, sin nunca jamás reírse
Y las amigas juegan a tula y ella las mira sin conocerlas
Sus dos pupìlas se le derriten y el corazón se marcha a la guerra
Muñequita sin tesón, poca gracia y sin madera
Mucho eccema, poco afecto, y un papá que le pegó
Sus paredes son sin sol, y ella prefiere dormirse
Y soñar todos los rayos para hacer una canción
A sus amigas poder cantarla y compartirla sin pedir nada
Ellas se burlan, se van con chicos y se cuestiona el precio del alma
El domingo va a vender toda su vida en el rastro
Y casi todas las noches va comprando su morir
Aprendido a contener, el amor se inyecta en vena
Y una tarde de diciembre dice adiós sin despedir
A sus amigas, ya todas quietas, al parque roto y al cuento de hadas
A las sirenas de policía y a un sueño loco que le robaban
Tradução da letra
Esta vítima veio com seu mais bonito diadema
Para retirar o cabelo e dar o seu rosto de tristeza
Seu destino torceu e ela prefere adormecer
Com as pernas bem dobradas, sem nunca rir
E as amigas brincam à tula e ela olha para elas sem as conhecer
Suas duas pupilas se derretem e o coração vai para a guerra
Bonequinha sem tesão, pouca graça e sem madeira
Muito eczema, pouco afecto, e um pai que lhe bateu
Suas paredes são sem sol, e ela prefere adormecer
E sonhar todos os raios para fazer uma música
Suas amigas podem cantá-la e compartilhá-la sem pedir nada
Elas brincam, vão com rapazes e questionam o preço da alma
No domingo vai vender toda a sua vida na trilha
E quase todas as noites ele vai comprar o seu morrer
Aprendido a conter, o amor é injetado na veia
E uma tarde de dezembro diz adeus sem demitir
Para suas amigas, e todas paradas, para o parque quebrado e para o conto de fadas
Às sirenes da polícia e a um sonho louco que lhe roubavam