Javier Calamaro — Culpable y Convicta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Culpable y Convicta" de Javier Calamaro.

Letra

Olvidate de mí
Quiero borrar tus huellas de mi cuerpo
y desaparecer
Y seré el más dulce veneno
que lleves marcado a fuego en la piel
Pero antes de partir desterrame de tu corazón
Cuántas noches que perdí
encerrado en mi cárcel de huesos
después de 1000 besos me hundiste el arpón.
Sigo macerando la anestesia
y la entierro en mi cabeza mientras gana la ansiedad
y en la vigilia vuelvo a gritar:
culpable… convicta, no vuelvas!
Y en la noche cómplice y verdugo
ella vuelve y la garganta se hace un nudo
y ya no puedo respirar
mientras la lluvia canta para mí:
sabes que el amor te mata.
Qué triste es el final
el funeral de aquel sueño dorado
El cuento se acabó
Desperté con los ojos vendados
perdido en el Valle de la Decepción
Ya se apagó la luz
de tu virtud
no queda ni un retazo bajo este manto gris
y al volver no encontré mis pedazos
y escucho a la lluvia cantar para mí…
Sigo macerando la anestesia
y la entierro en mi cabeza mientras gana la ansiedad
y en la vigilia vuelvo a gritar:
culpable… convicta, no vuelvas!
Y en la noche cómplice y verdugo
ella vuelve y la garganta se hace un nudo
y ya no puedo respirar
mientras la lluvia canta para mí:
sabes que el amor te mata.
(Gracias a Favita por esta letra)

Tradução da letra

Esquece me
Quero apagar as tuas impressões digitais do meu corpo
e desaparecer
E serei o mais doce veneno
que você leve marcado a fogo na pele
Mas antes de partir Bane me do teu coração
Quantas noites eu perdi
preso na minha prisão de ossos
depois de 1000 beijos, afundaste - me o Arpão.
Ainda estou a macerar a anestesia
e enterro a na minha cabeça enquanto ganho a ansiedade
e na vigília volto a gritar:
culpado conv condenado, não voltes!
E à noite cúmplice e carrasco
ela volta e a garganta se dá um nó
e já não consigo respirar
enquanto a chuva canta para mim:
sabes que o amor Te mata.
Que triste é o fim
o funeral daquele sonho dourado
A história acabou
Acordei de olhos vendados
perdido no Vale da decepção
A luz apagou se
da tua virtude
não há nem um pedaço debaixo deste Manto Cinzento
e quando voltei não encontrei os meus pedaços
e ouço a chuva cantar para mim…
Ainda estou a macerar a anestesia
e enterro a na minha cabeça enquanto ganho a ansiedade
e na vigília volto a gritar:
culpado conv condenado, não voltes!
E à noite cúmplice e carrasco
ela volta e a garganta se dá um nó
e já não consigo respirar
enquanto a chuva canta para mim:
sabes que o amor Te mata.
(Obrigado a Favita por esta letra)