Jairo — Tiernamente amigos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Tiernamente amigos" de Jairo.

Letra

Eramos como quien dice tiernamente amigos
Dos pequeños vagabundos a lomo de río
En nuestro pequeño bote de madera
Ibamos pariendo luz de primavera
A los trece un niño no miente cariño
Y les puedo asegurar que no tuve nunca más un amigo igual
Nos juramos de por vida ser amigos fieles
Entre novias y poemas, risas y burdeles
Nunca separarnos, libertad o muerte
Siempre defendernos, sueño adolescente
A los diecisiete vida es utopía
Y les puedo asegurar que no tuve nunca más un amigo igual
Desandamos tantas veces el camino andado
El perdió su fe y a veces nos telefoneamos
Ya no tiene gracia nuestra verborrágia
Yo sigo montando sobre el mismo río
El vendió sus sueños y acortó caminos
Mas les puedo asegurar que no tuve nunca más un amigo igual
El perdió lo suyo y yo también perdí lo mío
Algo nos cambió el perfume tierno del estío
Entre bambalinas yo juego a estar vivo
El cepilla un perro todos los domingos
Ya no creo que recuerde nuestro río
Más les puedo asegurar que no tuve nunca más
Un amigo igual Aún recuerdo su sonrisa y siento que el destino
Es como algunas botellas donde duerme el vino
Unas se conservan y otras se avinagran
Y aunque el tiempo mate ciertas bellas almas
Siempre guardo lo que fuera suyo y mío
Y les puedo asegurar que no tuve nunca más un amigo igual

Tradução da letra

Éramos como quem diz ternamente amigos
Dois pequenos vagabundos nas costas do rio
No nosso pequeno barco de madeira
Estávamos a dar à luz da primavera
Aos treze anos, uma criança não mente carinho
E posso assegurar vos que nunca mais tive um amigo igual
Juramos para sempre ser amigos fiéis
Entre namoradas e poemas, risos e bordéis
Nunca nos separarmos, liberdade ou morte
Sempre nos defender, sonho adolescente
Aos dezessete anos a vida é utopia
E posso assegurar vos que nunca mais tive um amigo igual
Desandamos tantas vezes o caminho percorrido
Ele perdeu a fé e às vezes telefonamos
Já não tem graça a nossa verborrágia
Eu ainda ando no mesmo rio
Ele vendeu seus sonhos e encurtou caminhos
Mas posso assegurar vos que nunca mais tive um amigo igual
Ele perdeu o dele e eu também perdi o meu
Algo nos mudou o perfume doce do estio
Nos bastidores eu jogo estar vivo
Ele Escova um cachorro todos os domingos
Acho que ele já não se lembra do nosso rio
Mais posso assegurar vos que nunca mais tive
Um amigo igual ainda me lembro de seu sorriso e sinto que o destino
É como algumas garrafas onde o vinho dorme
Algumas são conservadas e outras são avinagradas
E embora o tempo mate certas belas almas
Guardo sempre o que fosse dele e meu
E posso assegurar vos que nunca mais tive um amigo igual