Jacques Higelin — Valse MF letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Valse MF" de Jacques Higelin.

Letra

Parce que j’allume tout le quartier
Avec mes pétards mouillés
On me traite comme une épave
Un canot de sauvetage
Qui prend l’eau
J’ai toujours été quelqu’un
Qu’on regarde avec dédain
Ou qu’on renvoie dans sa niche
Comme un pauvre chien
Quand on vit comme moi
Dans l’trente-sixième dessous
Où y’a qu’des barjos des tordus des voyous
On comprend
Jamais trop
Ceux qui s’plaignent
Quand ils ont tout
Moi j’arrose des roses au fond de mon jardin
J’lis pas les journaux alors j’ai peur de rien
Aujourd’hui: temps pourri
Demain il fera beau
Qu’est ce qu’il fait beau!
Moi qui suis qu’un malpoli
J’adore gueuler dans la nuit
Pour emmerder ceux qui dorment
Et qui s’croient toujours à l’abri.
Z’avaient qu'à se foutre des boules Quiès
Ou bien se faire sauter le caisson
Ca fait place à la jeunesse
Qu’a besoin d’aération
Moi j’arrose des roses au fond de mon jardin
J’lis plus les journaux alors j’ai peur de rien
La télé, la radio.
C’est qu’du mou de veau
Pour les chiens!
C’est la fin des asticots
Y’a trop de gens sur le carreau
La faute à la crise mondiale
Tout le monde veut savoir où on va Ca s’arrangera pas de sitôt
Va falloir montrer les crocs
Avant qu’ils nous serrent la laisse autour du garrot.
(Grazie a Sarah. per questo testo)

Tradução da letra

Porque viro a vizinhança toda
Com os meus foguetes molhados
Estou a ser tratado como um desastre.
Bote
Quem toma água
Sempre fui alguém
Que olhamos com desdém
Ou enviá-lo de volta para o seu nicho
Como um pobre cão
Quando vives como eu
No trigésimo sexto abaixo
Onde só há barjos de bandidos corruptos
Nós entendemos.
Nunca muito.
Aqueles que se queixam
Quando eles têm tudo
Eu rego rosas no fundo do meu jardim
Não leio jornais, por isso não tenho medo de nada.
Hoje: tempo podre
Amanhã será bom.
Como é bonito!
Sou um tipo mau.
Adoro guinchar à noite
Para irritar aqueles que dormem
E que pensam sempre que estão seguros.
Tudo o que tinham de fazer era Foder as bolas.
Ou explodir a caixa
Dá lugar à juventude
O que precisa de ventilação
Eu rego rosas no fundo do meu jardim
Já não leio jornais, por isso não tenho medo de nada.
TV, rádio.
É apenas vitela macia.
Para cães!
Este é o fim das larvas.
Há muita gente no azulejo.
A culpa pela crise global
Todos querem saber para onde vamos.
Temos de mostrar as presas.
Antes que apertem a trela à volta do torniquete.
Graças à Sarah. para este texto)