Jacques Bertin — Le soir letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le soir" de Jacques Bertin.

Letra

Ne t’en fais pas pour l’ombre ni pour la patience
Elles progresseront ensemble avec le temps
Ni l’or à quoi le beau soir dénudé ressemble
Et qui semble parfumer le pays d’encens
Ne t’en fais pas. Tout vient à son temps, à son heure
L’oubli viendra, comme un messager des lointains
Ailleurs s'étrangle à nouveau le cor du sonneur
Annonçant des rémissions proches. Tout est vain
Tout est vain: on ne voit plus, qui blessaient les vignes
Ces routes tracées dans la chair vive au couteau
Juste une buée montant des souffrances, on devine
Mourant, les formes féminines des coteaux
Avec le temps, les trahisons, les espérances
Qu’en reste-t-il? Le parc oblique vers la nuit
Rentre, serrant sous ta veste ton peu de science
Tout vient à son heure, et le pardon de la pluie
Tout fut-il donc dépensé pour rien? Tu protestes
L’escalier geint. Ce soir, personne ne t’attend
Dans le noir tu parcours ta galerie de gestes
Le fardier d’insomnie s'ébranle pour cent ans
Ne t’en fais pas. Toute chose à la fin fait cendres
Même l’oiseau dont les braises brillent encore
Et, dans la nuit sans oubli où tu vas descendre
Son aile implorante frémit, dans le décor

Tradução da letra

Não se preocupe com a sombra ou paciência
Eles irão progredir juntos ao longo do tempo
Nem ouro como a bela noite nua se parece
E isso parece perfumar a terra do incenso
Não te preocupes. Tudo vem no seu tempo, no seu tempo
O esquecimento virá, como um mensageiro de longe
Em outro lugar novamente estrangula o chifre do toque
A anunciar remissões por perto. Tudo é em vão
Tudo é em vão: já não vemos, quem feriu as vinhas
Estas estradas traçadas na carne com a faca
Apenas uma névoa de sofrimento, nós achamos
A morrer, as formas femininas das encostas
Com o tempo, traições, esperanças
O que resta? O parque oblíquo em direcção à noite
Vai para dentro, aperta debaixo do teu casaco a tua pequena ciência
Tudo chega ao seu tempo, e o perdão da chuva
Então foi tudo gasto para nada? Tu protestas.
As escadas gemem. Esta noite, ninguém está à tua espera.
Na escuridão você anda na sua galeria de gestos
O fardier da insónia treme durante cem anos.
Não te preocupes. Tudo no final faz cinzas
Até o pássaro cujas brasas ainda brilham
E, durante a noite, sem esquecer onde vais
A sua asa implorando estremece, no cenário