Ivan Noble — Paciente Cero letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Paciente Cero" de Ivan Noble.
Letra
Ella es la paciente cero de esta pena que me apesta,
ella se incrusto en mi vida como un scania sin frenos
y ahora tropiezo en mis sueños, me enredo en noches sin alma
como si fueran corbatas demasiado largas.
Ella es la tormenta perfecta, sangre y arena.
Deja un tendal de besos por donde pasa su tristeza.
De día descose mi cama, de noche me olvida en silencio
y yo un lazarillo que perdió a su ciego.
Hace tanto que no voy a tus abrazos,
que puede darte un corazón enbalsamado.
Hace tanto que no voy a tus abrazos,
en la caja negra de este amor hay viento, viento nada mas.
Era una noche patoteada de invierno sin estrellas
y ella abrazando una botella de vodka me avisaba.
perdimos los últimos trenes, mentimos a capa y espada
le dimos al pasado la ultima palabra
Hace tanto que no voy a tus abrazos,
que puede darte un corazón enbalsamado.
Hace tanto que no voy a tus abrazos
en la caja negra de este amor hay viento, viento nada mas.
Hace tanto que no voy a tus abrazos,
que puede darte un corazon embalzamado.
Hace tanto que no voy a tus abrazos,
en la caja negra de este amor hay viento, viento nada mas
(Gracias a Noemi por esta letra)
Tradução da letra
Ela é a paciente zero desta pena que me cheira mal,
ela se incrusto na minha vida como um scania sem freios
e agora eu tropeço em meus sonhos, me enredando em noites sem alma
como se fossem gravatas muito longas.
Ela é a tempestade perfeita, sangue e areia.
Deixa um tendal de beijos por onde passa a sua tristeza.
De dia descose minha cama, de noite me esquece em silêncio
e eu um lazarillo que perdeu o cego.
Há tanto tempo que não vou aos teus abraços,
que pode dar-te um coração embalsamado.
Há tanto tempo que não vou aos teus abraços,
na caixa negra deste amor há vento, vento nada mais.
Era uma noite de inverno sem Estrelas
e ela, abraçando uma garrafa de vodka me avisava.
perdemos os últimos comboios, mentimos de capa e espada
demos ao passado a última palavra
Há tanto tempo que não vou aos teus abraços,
que pode dar-te um coração embalsamado.
Há tanto tempo que não vou aos teus abraços
na caixa negra deste amor há vento, vento nada mais.
Há tanto tempo que não vou aos teus abraços,
que pode dar-te um coração embalzamado.
Há tanto tempo que não vou aos teus abraços,
na caixa negra deste amor há vento, vento nada mais
(Obrigado a Noemi por esta letra)