Ivan Noble — Como El Cangrejo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Como El Cangrejo" de Ivan Noble.

Letra

Otra vuelta de tequila
Y tu nombre resbalando
Por entre los dedos flacos
De esta tarde gris
Todo lo que no nos dimos
Las caricias mal rimadas
Vienen de arrebato
A desteñirme el corazón
Y en el trabalenguas de mi soledad
Soy ambidiestro para todo
Menos para olvidar
Y vos decis que el miedo no deja pensar
Pero la suerte nunca juega limpio
Si no le guiñás un ojo…
Masticando sueños
Voy para atrás como el cangrejo
Cómo se entierran amores
Que no paran de respirar?
Borracho y enfermo
Voy gambeteando los espejos
Para no verte dormida
En cada rincón de esta canción
Salgo a trasnochar recuerdos
Entre amigos y botellas
Que cuando se apagan
Duelen más que un bisturí
Y asi están las cosas, viejo:
Mucha cancha embarrada
Demasiadas flores
Para tan poco jardín…
Y deshojando las cenizas de este amor
Soborno a mi lengua
Para no nombrarte más
Y no me jures yo te quise de verdad
Que la verdad, muñeca
Siempre muerde si no la mimás un poco…
Masticando sueños
Voy para atrás como el cangrejo
Cómo se entierran amores
Que no paran de respirar?
Borracho y enfermo
Voy gambeteando los espejos
Para no verte desnuda
En cada rincón de esta canción

Tradução da letra

Outra volta de tequila
E o teu nome a escorregar
Entre os dedos magros
Esta tarde cinza
Tudo o que não demos
As carícias mal rimadas
Vêm de arrebato
A esvoaçar o meu coração
E no linguado da minha solidão
Sou ambidestro para tudo
Menos para esquecer
E você diz que o medo não deixa pensar
Mas a sorte nunca joga limpo
Se você não piscar um olho para ele…
Mastigando sonhos
Vou para trás como o caranguejo
Como se enterram amores
Que não param de respirar?
Bêbado e doente
Estou a mexer nos espelhos
Para não te ver a dormir
Em cada canto desta canção
Estou a passar as memórias
Entre amigos e garrafas
Que quando se desligam
Doem mais do que um bisturi
E as coisas são assim, meu:
Muita quadra lamacenta
Muitas flores
Para tão pouco jardim…
E desfolhando as cinzas deste amor
Suborno a minha língua
Para não te nomear mais
E não me jures eu amei te mesmo
Que a verdade, boneca
Sempre morde se você não a mimar um pouco…
Mastigando sonhos
Vou para trás como o caranguejo
Como se enterram amores
Que não param de respirar?
Bêbado e doente
Estou a mexer nos espelhos
Para não te ver nua
Em cada canto desta canção