Invisible — El Diluvio y la Pasajera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Diluvio y la Pasajera" de Invisible.

Letra

Todo el mundo contento está
Los recuerdos cesaron al fin
Ya sé
Los recreos entre el sol
Esperan…
A que el viento sople fuerte
Con su boca marfil
Y el diluvio caiga contemplándote…
Con el río la luna oye
Los claroscuros esconden perlas…
Y es así
Que desde el cuerpo del volcán
Ya muerto
Los indígenas preparan otro rayo laser…
Para que el diluvio
Ya jamás los seque…
¿Y en qué ternura están
Aquellos ignorados que se duermen?
Y tanto como para no ver
Al menos sin ser vísta: una reina…
Pero ahora bien:
Puede usted mil veces golpear…
En sueños…
Que puertas del diluvio
No, no hay…
Si ya no la esperan a cenar en casa…
Debe ser porque se marcha
Y nunca regresa por la noche…
Sin embargo por las mañanas
Amanece en su cama…
La más leve brisa que recorre el patio
Debe ser quién la desnuda
Cuando corre loca a dividirse…
Con su boca tocando el suelo
El suelo de azahar

Tradução da letra

Toda a gente feliz está
As memórias cessaram finalmente
Eu sei
Os Recreios entre o sol
Esperam…
Que o vento sopre forte
Com a boca Marfim
E o dilúvio caia contemplando você…
Com o rio a lua ouve
Os claroscuros escondem pérolas…
E é assim
Do que do corpo do vulcão
Já morto
Os indígenas preparam outro raio laser…
Para que o dilúvio
Nunca mais os seque…
E em que ternura eles estão
Aqueles ignorados que dormem?
E tanto para não ver
Pelo menos sem ser vísta: uma rainha…
Mas agora está bem:
Você pode mil vezes bater…
Em sonhos…
Que portas do dilúvio
Não, não há…
Se já não a esperam para jantar em casa…
Deve ser porque se vai embora
E nunca volta à noite…
No entanto de manhã
Amanhece em sua cama…
A menor brisa que atravessa o pátio
Deve ser quem a despe
Quando ela corre louca para dividir…
Com a boca a tocar no chão
O solo de flor de laranjeira