Ingested — Cremated Existence letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cremated Existence" de Ingested.
Letra
Burning rivers of liquid flesh, saturated foul stench of death.
Barren wasteland, corpses scattered, human bodies festered, dismembered.
Rising kill count, a world torn from the ashes of humanity.
The screams of pain echo across forgotten plains.
Blood-drenching sun, bleached skeletons.
Sky is turning red, world hung out and fucking bled.
Desolate remains, souls eviscerated.
Time can’t cleanse the stains, humans annihilated.
Obliterate.
Scorching corpses, charred stench of roasted flesh.
The smell is sickening, immolate.
Unknowing cremation with the force of a thousand violations.
Barbaric loss of life, remnants burnt offerings.
Incinerate, cremated existence.
Rising kill count, a world born from the ashes of humanity.
The screams of pain echo across forgotten dead landscapes.
Blood-drenching sun, bleached skeletons.
Sky is turning red, world hung out and fucking bled.
Nothing left but mountains of corpses.
Bodies of sinners lie with bodies of angels.
The cure for the disease, eradication of humanity.
Burning rivers of liquid flesh, new soil formed from the bodies of the dead.
Tradução da letra
Rios ardentes de carne líquida, fedor imundo saturado à morte.
Terra árida, corpos dispersos, corpos humanos festejados, desmembrados.
Um mundo arrancado das cinzas da humanidade.
Os gritos de dor ecoam através de planícies esquecidas.
Sol ensanguentado, esqueletos branqueados.
O céu está a ficar vermelho, o mundo ficou pendurado e sangrou.
Restos desolados, almas evisceradas.
O tempo não pode limpar as manchas, os humanos aniquilados.
Obliterar.
Cadáveres Escaldantes, cheiro a carne assada.
O cheiro é repugnante, imolado.
Cremação desconhecida com a força de mil violações.
Uma perda Bárbara de vidas, restos de holocaustos.
Incinerar, cremar a existência.
O crescente Conde da morte, um mundo nascido das cinzas da humanidade.
Os gritos de dor ecoam através de paisagens mortas esquecidas.
Sol ensanguentado, esqueletos branqueados.
O céu está a ficar vermelho, o mundo ficou pendurado e sangrou.
Só sobraram montanhas de cadáveres.
Corpos de pecadores jazem com corpos de anjos.
A cura para a doença, a erradicação da humanidade.
Rios ardentes de carne líquida, novo solo formado a partir dos corpos dos mortos.