In Vain — As I Wither letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "As I Wither" de In Vain.

Letra

I wither like an oak with dead roots.
Leaves falling of Never to return. There is no spring in sight.
As I seek suppression and grace, I’m falling down again
Left behind! Rage descended from bitterness.
Still the old bonds hold me. My feet stuck in the anger.
Years filled with sorrow and pain. Has hardened my heart.
Tearing my soul in pieces. My life slowly fades away.
I wither like an oak with dead roots.
Leaves falling of Never to return. There is no spring in sight.
As I seek suppression and grace, I’m falling down again
Falling…
As I grasp for the utter palm. All that is left is misery.
Dragging me down. Only to feel despair again.
I wither like an oak with dead roots.
Leaves falling of Never to return. There is no spring in sight.
As I seek suppression and grace, I’m falling down again
Feel the rain as it floats on by.
Rain washing clean all the sins.
Feel the smell of morning.
Before you putrefy and decay.
Vanish the absence of emptiness!
Glorify life and release.
Perish the syndrome that haunts me!
Before it drags me away
Falling down again
On my way into the shadows. Still the air is calm.
No longer keeping me searching. As my life fades away
I wither like an oak with dead roots.
Leaves falling of.
Never to return. There is no spring in sight.
As I seek suppression and grace, I am falling down again

Tradução da letra

Definhei como um carvalho com raízes mortas.
Folhas a cair de nunca mais voltar. Não há primavera à vista.
Enquanto procuro supressão e graça, estou a cair outra vez.
Deixado para trás! A raiva desceu da amargura.
Ainda assim, os antigos títulos mantêm-me. Os meus pés ficaram presos na raiva.
Anos cheios de tristeza e dor. Endureceu o meu coração.
Rasgar a minha alma em pedaços. A minha vida desvanece-se lentamente.
Definhei como um carvalho com raízes mortas.
Folhas a cair de nunca mais voltar. Não há primavera à vista.
Enquanto procuro supressão e graça, estou a cair outra vez.
Queda…
Como agarro pela palma da mão. Tudo o que resta é a miséria.
A arrastar-me para baixo. Só para voltar a sentir desespero.
Definhei como um carvalho com raízes mortas.
Folhas a cair de nunca mais voltar. Não há primavera à vista.
Enquanto procuro supressão e graça, estou a cair outra vez.
Sente a chuva enquanto ela flutua.
Chuva lavando todos os pecados.
Sente o cheiro da manhã.
Antes de putrefares e apodreceres.
Desaparece a ausência do vazio!
Glorificar a vida e a libertação.
Que se lixe a síndrome que me assombra!
Antes que me leve para longe
A cair outra vez
A caminho das sombras. Ainda assim o ar está calmo.
Já não me mantém à procura. Enquanto a minha vida se desvanece
Definhei como um carvalho com raízes mortas.
Folhas a cair.
Nunca mais voltar. Não há primavera à vista.
Enquanto procuro supressão e graça, estou a cair outra vez.