In Arkadia — Delirium Tremens letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Delirium Tremens" de In Arkadia.
Letra
Agony within swells my eyes
Only but a corpse, where’s my pride
Cast away the plague I’ve been left as dead
Stranger to the hand I once fed
Sniff beyond the dead line
Animosity
Inject it in my spine
Shakes right through me WOW, madman’s truth, gaining ground
Children of an idle brain become sound
Wisdom spoken sadly by the fool
Retribute the visions you abhor
Locked outside the sphere barred from life
Frail and gaunt my bones bear my strife
Whole world’s pain is gathered in my disease
Bound by rules that still can’t be seized
Sniff beyond the dead line
Animosity
Inject it in my spine
Shakes right through me WOW, madman’s truth, gaining ground
Children of an idle brain become sound
Wisdom spoken sadly by the fool
Retribute the visions you abhor
Shaking fear bereaves with a gasp
Breaking bones released from my grasp
Final breath unfolds, this end so bare
Sing a dirge for me in the reaper’s glare
WOW, madman’s truth, gaining ground
Children of an idle brain become sound
Wisdom spoken sadly by the fool
Retribute the visions you abhor
Tradução da letra
Agonia interior incha-me os olhos
Só um cadáver, onde está o meu orgulho
Deitem fora a praga fui deixado como morto
Estranho à mão que uma vez alimentei
Cheirar para lá da linha morta
Animosidade
Injecte-o na minha coluna.
A verdade de um louco, a ganhar terreno.
Filhos de um cérebro ocioso tornam-se sonoros
Sabedoria dita tristemente pelo tolo
Retribuir as visões que abominas
Trancada fora da esfera impedida de viver
Fragil e gaunt meus ossos suportar a minha luta
A dor de todo o mundo está reunida na minha doença.
Vinculados por regras que ainda não podem ser apreendidas
Cheirar para lá da linha morta
Animosidade
Injecte-o na minha coluna.
A verdade de um louco, a ganhar terreno.
Filhos de um cérebro ocioso tornam-se sonoros
Sabedoria dita tristemente pelo tolo
Retribuir as visões que abominas
Agitar o medo com um suspiro
Partir ossos libertados do meu alcance
O sopro Final abre-se, este fim está tão vazio
Canta-me uma porcaria no brilho do ceifeiro
A verdade de um louco, ganhar terreno
Filhos de um cérebro ocioso tornam-se sonoros
Sabedoria dita tristemente pelo tolo
Retribuir as visões que abominas