Imperium Dekadenz — Tränen des bacchus letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tränen des bacchus" de Imperium Dekadenz.
Letra
Die Sonne sinkt und der Gott des Weinens flüstert leise
Doch ein Schreien wird es vollends sein
Ein inner Grollen trägt mich rasch
Zu dem Tor der wilden Dunkelheit
Das Diesseits nur die Fesseln kennt
Das Diesseits nur die Fesseln kennt
Die man nun füllt mit Bacchus Tränen
Wurden der Tränen viel vergossen
Weiß nur der kalte Winterwind
Der den Heimweg eisig greift
Wie die Wut zu stillen ist
Schweigend schreitend. Durch die Nacht
Durch Stille kalte Nebel
Erfüllt von einzigartiger Einsamkeit
Das wahre Ich hat mich nun wieder
Das keine Fesseln kennt
Das keine Fesseln kennt
Nun durchschreite ich das Tor
Bacchus, Bacchus, Bacchus!
The sun sets and the god of wine whispers softly
But at the end there will be screaming
An inner rage takes me suddenly
To the threshold of a wild inscrutability
That on this side only knows bondage
That on this side only knows bondage
The take flows now, with Bacchus tears
When many tears have spilled
Only the cold winter wind knows
He who envelops my icy homeward path
How to calm the fury
Quietly striding, through the night
Through silent, cold mist
Complete with a singular loneliness
The true self has found me again
That know no bounds
That know no bounds
Now I step across the threshold
Tradução da letra
O sol está a afundar-se e o Deus do choro sussurra baixinho
Mas um grito será completo
Um murmúrio interior leva-me rapidamente
Para o portão da escuridão Selvagem
Que este lado só conhece as algemas
Que este lado só conhece as algemas
Que agora se enche de lágrimas de Baco
Muitas lágrimas foram derramadas
Só o frio vento de Inverno sabe
The icy grip on the way home
Como acalmar a raiva
A andar silenciosamente. Através da noite
Através da neblina silenciosa e fria
Cheia de solidão única
O verdadeiro eu agora tem-me de novo
Que não conhece algemas
Que não conhece algemas
Agora passo pelo portão.
Baco, Baco, Baco!
O sol põe-se e o deus do vinho sussurra suavemente
Mas no final haverá gritos
Uma raiva interior leva-me de repente
Até ao limiar de uma inescrutabilidade Selvagem
Que neste lado só conhece Escravidão
Que neste lado só conhece Escravidão
A tomada flui agora, com lágrimas de Baco
Quando muitas lágrimas derramaram
Só o frio vento de Inverno sabe
Aquele que envolve o meu caminho gelado para casa
Como acalmar a fúria
Caminhando silenciosamente pela noite
Através da neblina silenciosa e fria
Completa com uma solidão singular
O verdadeiro eu me encontrou novamente
Que não conhecem limites
Que não conhecem limites
Agora passo pelo limiar