Imperator — External Extinction letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "External Extinction" de Imperator.
Letra
Lammashta — the sword that splits the flesh
Ishtar — concelebration of sin and wrath
I was awakened by the howl of a dog
I could not move or speak for the fear
That seized upon my spine
And wrapped cold fingers around my skull
Maskim Xul — the sight of whom causeth dismay
Rabishu — unholy mystery drove me insane
I have experienced the birth of untruth
Oh, pray for protection against the outside
I have deciphered the unholy texts
I have possessed the three seals of Masshu
I witnessed the horror that struck
Of which words cannot speak
And of which writing can only confuse
I found the fear of the deceased
And you are the slave of an external extinction
The zones of the Gods and the places of the Azonei
I reached through the gate of Ganzir, gate of lost
Death of a most uncommon nature I have seen
In the time of the war between the worlds
I was awakened by the howl of a dog
I could not move or speak for the fear
That seized upon my spine
And wrapped cold fingers around my skull
Tradução da letra
Lammashta-a espada que divide a carne
Ishtar-concelebração do pecado e da ira
Fui acordado pelo uivo de um cão.
Não podia mexer-me ou falar pelo medo.
Que se apoderou da minha espinha
E enrolado dedos frios à volta do meu crânio
Maskim Xul-a visão de quem causa consternação
O mistério do Rabishu enlouqueceu — me.
Eu experimentei o nascimento de inverdades
Oh, reza por protecção contra o exterior
Decifrei os textos profanos.
Possuí os três selos de Masshu.
Eu testemunhei o horror que atingiu
Das quais palavras não podem falar
E da qual a escrita só pode confundir
Encontrei o medo do falecido.
E tu és o escravo de uma extinção externa.
As zonas dos deuses e os lugares dos Azonei
Cheguei pelo portão de Ganzir, portão dos perdidos.
A morte de uma natureza muito incomum que já vi
No tempo da guerra entre os mundos
Fui acordado pelo uivo de um cão.
Não podia mexer-me ou falar pelo medo.
Que se apoderou da minha espinha
E enrolado dedos frios à volta do meu crânio