I the Mighty — Between the Lines letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Between the Lines" de I the Mighty.
Letra
The morning attack:
You pull the curtains back and light, sheds upon the scene.
Remembered like a moment in a dream.
Home, The place I should have gone and slept alone,
But came to your house to clear my head
And ended with the taste of sin instead.
If I could know what I do, back then,
I would make you eat the words you laced with cyanide.
Well, hold your tongue!
For you must lie awake at night and let this eat you up inside.
Why, why don’t you deny it all?
But time has shown me everything.
All of those pathalogic games you played the nights you walked away from me.
I’ll read between the lines.
You belong in a convalescent home,
With locks on every window and writing on the walls strapped to a chair,
Spoon-fed with therapy and small purple pills that hold your sanity.
You know damn well that your head’s more of a prison than this cell.
Let by the thought, that all you got is who you’re with, well,
Bite your lip, For you, you must lie awake at night and let this eat you up inside.
Why, why don’t you deny it all?
But time has shown me everything.
All of those pathologic games you played the nights you walked away from me.
I’ll read between,
If I could know what I do, back then,
I would make you eat the words you laced with cyanide.
And now I see that I am one (one of the so many convinced)
Of a million men (you were so much more than this)
Who had given you a life by letting you take mine.
Well, I’m yours no more for I have found a way out.
I have found a way out.
You must lie awake at night and let this eat you up inside.
Why, why don’t you deny it all?
But time has shown me everything.
All of those twisted little games you played, it’s my turn to walk away.
I’ll read between the lines! I’ll read between the lines! I’ll read between the
lines!
Tradução da letra
O ataque da manhã:
Você puxa as cortinas para trás e ilumina, ela cai no local.
Recordado como um momento num sonho.
Casa, o lugar onde eu deveria ter ido e dormido sozinho,
Mas vim a tua casa para limpar a minha cabeça.
E terminou com o gosto do pecado em vez disso.
Se eu pudesse saber o que faço, naquela altura,
Obrigava-te a comer as palavras que usaste com cianeto.
Bem, tento na língua!
Porque tens de ficar acordado à noite e deixar que isto te coma por dentro.
Porque não negas tudo?
Mas o tempo mostrou-me tudo.
Todos aqueles jogos patalógicos que jogaste nas noites em que me abandonaste.
Vou ler nas entrelinhas.
O teu lugar é num lar de convalescença.,
Com fechaduras em cada janela e escrita nas paredes amarrada a uma cadeira,
Alimentados com terapia e comprimidos roxos que guardam a tua sanidade.
Sabes muito bem que a tua cabeça é mais uma prisão do que esta cela.
Deixa-me pensar, que tudo o que tens é com quem estás, bem ... ,
Morde o lábio, por ti, tens de ficar acordado à noite e deixar que isto te coma por dentro.
Porque não negas tudo?
Mas o tempo mostrou-me tudo.
Todos aqueles jogos patológicos que jogaste nas noites em que me abandonaste.
Vou ler entre,
Se eu pudesse saber o que faço, naquela altura,
Obrigava-te a comer as palavras que usaste com cianeto.
E agora vejo que sou um (um dos tantos convencidos)
De um milhão de homens (você era muito mais do que isso)
Que te deu uma vida ao deixar-te tirar a minha.
Bem, já não sou teu, pois encontrei uma saída.
Encontrei uma saída.
Tens de ficar acordado à noite e deixar que isto te coma por dentro.
Porque não negas tudo?
Mas o tempo mostrou-me tudo.
Todos aqueles joguinhos retorcidos que jogaste, é a minha vez de me ir embora.
Vou ler nas entrelinhas! Vou ler nas entrelinhas! Vou ler entre o
linhas!