Human Improvement Process — The Deepest Oblivion letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Deepest Oblivion" de Human Improvement Process.
Letra
The impulse maltreats our minds
its clenched jaws threaten our balance
we are waiting for the sentence
with hands chained to the floor
light is forbidden to our sewn eyelids
our sealed dry mouths can’t even shout
as blood withers in our veins
we’ll never feel free again
we fall into ourselves, blinded by pain
we are too distant
to hear the inhuman cries of our tortured soul denied
can you feel our suffering
and the nothingness we live in?
we are waiting for the sentence
of the man-made engine god
our sealed dry mouths can’t even shout
as blood withers in our veins
we fall into ourselves, blinded by pain
we are too distant
to hear the inhuman cries of our tortured soul denied
devoid of hope, devoid of name
we are the slaves of evidence,
the cancer of this planet
we are the cancer of this planet
the impulse maltreats our minds
its clenched jaws threaten our balance
we are dying, consumed by our own vanity
arrogance is our condemnation
here is nothingness, here is chaos
the hunger of the deepest oblivion
feeds on our non-dreams
this pain seems so real
abandon all hope
for we are, we are the victims
Tradução da letra
O impulso maltrata nossas mentes
as suas mandíbulas cerradas ameaçam o nosso equilíbrio.
estamos à espera da sentença.
com as mãos acorrentadas ao chão
a luz é proibida às nossas pálpebras cosidas
as nossas bocas secas seladas nem sequer gritam
como o sangue murcha nas nossas veias
nunca mais nos sentiremos livres.
caímos em nós mesmos, cegos pela dor
estamos muito distantes
ouvir os gritos desumanos da nossa alma torturada negados
consegues sentir o nosso sofrimento
e o nada em que vivemos?
estamos à espera da sentença.
do deus do motor feito pelo homem
as nossas bocas secas seladas nem sequer gritam
como o sangue murcha nas nossas veias
caímos em nós mesmos, cegos pela dor
estamos muito distantes
ouvir os gritos desumanos da nossa alma torturada negados
desprovida de esperança, desprovida de nome
somos escravos das provas,
o cancro deste planeta
somos o cancro deste planeta.
o impulso maltrata nossas mentes
as suas mandíbulas cerradas ameaçam o nosso equilíbrio.
estamos a morrer, consumidos pela nossa vaidade.
a arrogância é a nossa condenação
aqui está o nada, aqui está o caos
a fome do mais profundo esquecimento
alimenta-se dos nossos Não-sonhos
esta dor parece tão real
abandonar toda a esperança
pois nós somos, nós somos as vítimas