Hugues Aufray — L'Hôtel Du Soleil Levant letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "L'Hôtel Du Soleil Levant" de Hugues Aufray.

Letra

Y’avait jadis à New Orléans
Un lieu de filles perdues
Une maison de femmes aux yeux brûlant
L’hôtel du soleil levant
Des filles venues d’un peu partout
Poussées par un vent de misère
S’en venaient sombrer pour quelques sous
Dans les rêves des c urs solitaires
Vous tous qui m'écoutez ce soir
Ne jetez pas la pierre
Car ces filles se vendent au prix du désespoir
Et elles portent leur croix sur la terre
Elle n’avait pas encore quinze ans
Quand elle est allée
Vendre son âme son c ur d’enfant
Vendre sa vie aux passants
Entre ses bras je me suis couché
Le temps d’une triste chanson
Mais je garde encore de ses baisers
Le goût et l’odeur de sueur sur son front
As-tu jamais imaginé
Qu'à l’ombre des volets clos
C’est le bagne c’est l’enfer des amours sans repos
La prison des c urs naufragés
Que Dieu accueille dans son grand pardon
Ces enfants aux ventres meurtris
Et qu’il ouvre pour elles sa maison
Les portes de son paradis
Un train s’en va dans le brouillard
Je chante au soleil couchant
Pour ces filles sans joie
Qui partent un soir vers l’hôtel du soleil levant

Tradução da letra

Era uma vez em Nova Orleães
Um lugar de raparigas perdidas
Uma casa de mulheres com olhos ardentes
O Hotel du soleil levant
Raparigas de todo o mundo
Movido por um vento de miséria
Vim afundar-me por uns tostões.
Nos sonhos de corações solitários
Todos vocês que me escutam esta noite
Não atire a pedra.
Porque estas raparigas vendem-se ao preço do desespero
E carregam a sua cruz na Terra
Ela ainda não tinha quinze anos.
Quando ela foi
Vende a tua alma o coração do teu filho
Vender a sua vida aos transeuntes
Entre os seus braços eu deito - me
O tempo de uma canção triste
Mas ainda mantenho os beijos dela
O sabor e o cheiro do suor na testa dele
Alguma vez imaginaste
Do que à sombra de persianas fechadas
É a Bague é o inferno dos Amores inquietos
A prisão do naufrágio
Que Deus acolhe em seu grande perdão
Estas crianças com barrigas magoadas
E deixa-o abrir-lhes a casa.
As portas do seu paraíso
Um comboio parte no nevoeiro
Canto ao sol poente
Por estas raparigas sem alegria
Que partem uma noite para o Hotel du soleil levant