Huecco — Idiota letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Idiota" de Huecco.
Letra
Es inєtil, no vale la pena
en invierno el sol no calineta
sino que se congela
y cae a trozos sobre mi y me raja el alma
que a grito mudo se queja
toneladas de tristeza
mi mochila de cemento
y mi cabeza que no para de pensarte
y Ўcіmo pesas!
Si no quieres escuchar, caminat©…
si no me quieres mirar, pisam©…
aun puedo ser la acera donde tu perro juega
o aprovechat©…
Cіmo una limosna me entregas
instantes de tu presencia
que me arranca mil sonrisas ciegas
un topo s© en tu indiferencia
que me mata dentro.
Y esos ojos ya no se tropiezan
ni tiemblan cuando estoy cerca, no,
ahora bostezan y se van
no importa donde…
Si no quieres escuchar, caminat©…
si no me quieres mirar, pisam©…
aun puedo ser la perra que en tu olvido cogea
o aprovechat©…
Aqu me ves quemando margaritas a tus pies…
con la lengua ardiendo
y mi alma a la sombra de un cipr (c)s
y tє con tu boca en cualquier bar de copas
regalando besos, bebiendo la copa
no ves mi derrota
mira, no ves mi derrota
Tu cari±o sale ya sin fuerza
como el cava en la botella
que lleva una vida abierta
y pat (c)tico lo intenta
no juegue, no mienta
Nunca vi una mirada tan hueca
tan vacia de ganas
tan lejos cuando te acercas
y aun te ries cuando te sale mi tristeza
Y la vida te darЎ lo que me das
desde el barro quizЎs me recordarЎs
y te verЎs buceando, en tus podridos charcos
y all te ahogarЎs
Aqu me ves quemando margaritas a tus pies
con la lengua ardiendo
y mi alma a la sombra de un cipr (c)s
y tє con tu boca en cualquier bar de copas
regalando besos, perdiendo la ropa
no ves mi derrota
duele la pena, duele la pena
me mata el veneno de esa viuda negra
duele la pena, duele la pena
y me estЎ matando esa mujer
Aqu me ves quemando margaritas a tus pies
con la lengua ardiendo
y mi alma a la sombra de un cipr (c)s
y tє con tu boca en un bar de copas
regalando besos, perdiendo la ropa
no ves mi derrota
idiota, no ves mi derrota
idiota…
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Tradução da letra
É inєtil, não vale a pena
no inverno o sol não calineta
mas congela
e cai em pedaços sobre mim e me racha a alma
que a grito mudo reclama
toneladas de tristeza
a minha mochila de cimento
e a minha cabeça não pára de pensar em ti
e eu tenho pesos!
Se você não quer ouvir, caminat©…
se não queres olhar para mim, pisam©…
ainda posso ser o passeio onde o teu cão brinca
ou aproveitat©…
Eu Cimo uma esmola tu entregas me
momentos de sua presença
que me arranca mil sorrisos cegos
uma toupeira s© em sua indiferença
que me mata lá dentro.
E esses olhos já não tropeçam
nem tremem quando estou perto, não,
agora bocejam e vão embora
não importa onde…
Se você não quer ouvir, caminat©…
se não queres olhar para mim, pisam©…
ainda posso ser a cadela que no teu esquecimento fode
ou aproveitat©…
Aqui você me vê queimando margaritas aos seus pés…
com a língua queimando
e minha alma à sombra de um cipr (C)S
e tє com sua boca em qualquer bar de bebidas
dando beijos, bebendo a taça
não vês a minha derrota
olha, não vês a minha derrota
Seu cari±o sai já sem força
como o cava na garrafa
que leva uma vida aberta
e pat (c)tico tenta
não brinque, não minta
Nunca vi um olhar tão oco
tão vazia de vontade
tão longe, quando você se aproxima
e ainda te ris quando te sai a minha tristeza
E a vida dá te o que me dás
da lama quizYs me lembrarys
e te verYs mergulhando, em suas poças podres
e todos te afogarys
Aqui você me vê queimando margaritas aos seus pés
com a língua queimando
e minha alma à sombra de um cipr (C)S
e tє com sua boca em qualquer bar de bebidas
dando beijos, perdendo roupas
não vês a minha derrota
dói a dor, dói a dor
o veneno daquela viúva negra mata me
dói a dor, dói a dor
e esta mulher está a matar me
Aqui você me vê queimando margaritas aos seus pés
com a língua queimando
e minha alma à sombra de um cipr (C)S
e tє com sua boca em um bar de bebidas
dando beijos, perdendo roupas
não vês a minha derrota
idiota, não vês a minha derrota
idiota…
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