Hora Zulu — Luego Querrán letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Luego Querrán" de Hora Zulu.

Letra

A ver músicos con estudios
Someteremos un verso a vuestro escrutinio
A ver que dicen sus señorías
Mereceremos vuestro odio
Y a prepararos los oídos dedicamos el preludio
Id preparando el improperio
Yo mientras entro con el sergio en el estudio
Con la intención de
Cumplir con este santo ministerio
Hay que llevarte nuestra voz
A tus orejas sin tapujos ni complejos
Y en estereo
Sin falsa euforia
Era normal que se cruzaran
Semejantes trayectorias
Mas allá del escenario
No veo el misterio
Pa que taraos sin mas criterio
Que su envidia
Se agarren a que guitarras
No casan con mc’s serios
Esos luego son los mismos
Que querrán mas episodios
De este idilio este noviazgo
Este bodorrio este casorio
Y sé que te suena a comedia
Pero es bastante notorio
Tu haz memoria…
Que ironía
Quienes hicieron el intento hasta este día
La mayoría
Son un atajo de impedíos
Pero apoyados por los medios
Solo llegan a parodias
Y que los perdone dios
Héroes mediocres en la cresta
De una ola transitoria
Su tragedia es que giraban
Como un burro en una noria
Y mientras tanto en zaragoza y en granada
Reinventábamos la historia
Luego querrán que vayamos palante
Vaya manera de no trascender
No les llegó ni pa hacerlo elegante
Cuánto les quedaba por aprender
Son títeres lo quieren todo y así no es
Buscan fácil gloria sin tener orígenes
Y no aprendieron lo más importante
Igual de nuevo lo vuelven a hacer
Dale un guitarrazo en la cabeza a ese mierdas
Se cree que toca y no sabe cambiar ni las cuerdas
En este puto país de incultura musical
Se «sintocina» el canal y a tragar
Cual desagüe fecal
Me cago en san dios
De vez en cuando ofrezco mi ración de razón
Que sé que la tengo copón
«estil»
Grupos como el tuyo yo conozco mil
Es la hora del verso no sutil
Basto si
En fin normal
Que me mosquee
A ti quién coño te escribe las letras
¿que mérito es ese eh?
De los nervios
Me vais a volver a hacer fumar
Y no quiero
Y ahora me pongo serio ostias
Hago canciones para quitarme la mierda de encima
Y no para gustar y si encima gustan es el clímax
Ni te imaginas el placer que me da
Poner en vuestras putas bocas mis palabras
Se os murió el ingenio ay pobres
Yo les pongo coronas de flores a vuestras pseudo canciones
Por una letra mía un disco entero de ellos
Esto se llama esmero popero
No hay mas misterio
Maestro shoai
Haciendo el zulú
Quien coño eres tu tío
Tu no eres nadie

Tradução da letra

Vamos ver músicos com estúdios
Vamos submeter um verso ao vosso escrutínio
Vejamos o que dizem os Senhores Deputados
Mereceremos o vosso ódio
E para preparar os ouvidos dedicamos o prelúdio
Vão preparar o palavrão
Eu enquanto entro com o sergio no estúdio
Com a intenção de
Cumprir este santo Ministério
Temos de levar a nossa voz
Para seus ouvidos sem tapujos ou complexos
E em estereo
Sem falsa euforia
Era normal que se cruzassem
Semelhantes trajetórias
Além do palco
Não vejo o mistério
Pa que tarados sem mais critério
Que a sua inveja
Agarrem se a que guitarras
Eles não se casam com mc's serios
Esses são os mesmos
Que vão querer mais episódios
Deste idílio este namoro
Este casório este casório
E sei que parece comédia
Mas é bastante perceptível
Faz memória…
Que ironia
Aqueles que tentaram até hoje
A maioria
São um atalho de impedimentos
Mas apoiado pela mídia
Só chegam a paródias
E que Deus os perdoe
Heróis medíocres na crista
De uma onda transitória
Sua tragédia é que eles giravam
Como um burro em uma roda gigante
E entretanto em zaragoza e em granada
Reinventávamos a história
Depois vão querer que vamos empalidecer
Que maneira de não transcender
Não lhes chegou nem pa fazê-lo elegante
Quanto lhes restava para aprender
São Marionetas querem tudo e não é
Eles procuram glória fácil sem ter origens
E eles não aprenderam o mais importante
E mais uma vez voltam a fazê lo
Dá lhe um guitarrista na cabeça
Acredita-Se que toca e não sabe mudar, nem as cordas
Neste maldito País de incultura musical
Ele "sintocina" o canal e engolir
Que drenagem fecal
Eu cago em São Deus
De vez em quando ofereço minha ração de razão
Que sei que a Tenho copão
"estil»
Grupos como o teu eu conheço mil
É hora do verso não sutil
Basto sim
Em fim normal
Que me chateie
Quem é que te escreve as letras
que mérito é esse?
Dos nervos
Vão fazer me fumar outra vez
E eu não quero
E agora estou a ficar sério
Faço canções para tirar a merda de cima de mim
E não para gostar e se ainda gostam é o clímax
Nem imaginas o prazer que me dá
Colocar em suas bocas putas minhas palavras
A vossa ingenuidade morreu pobres
Eu ponho coroas de flores nas vossas pseudo canções
Por uma letra minha, um disco inteiro deles
Isso é chamado de esmero popero
Não há mais mistério
Mestre shoai
Fazendo o zulu
Quem raio és tu tio
Tu não és ninguém