Hora Zulu — Crom en Su Montaña letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Crom en Su Montaña" de Hora Zulu.
Letra
Tus malas yerbas no crecen tus malas artes no cuajan
Baraja bien tu baraja y administra tu ventaja
Tus sueños te pertenecen no malgastes tu viaje
Llegarán las horas bajas ya habrá que pagar peajes
Despojate de mortajas deshazte de tu equipaje
Trenza tus tejemanejes maneja bien el lenguaje
Que se entienda tu mensaje y siempre gire en torno a un eje
Mas de a uno en su bagaje lo quemaron por hereje
Devuelve tal como encajas dales lo que se merecen
Sus malas artes no cuajan sus malas hierbas no crecen
Venceremos por tutatis por belenos
Derrotemos a esos memos solo siganme los buenos
Y a los vientos entonemos juntos canticos de guerra con encono
Mas de un rey con nuestra hazaña se quedará sin su trono
Que la muerte victoriosa nos acoja entre sus senos
Crom en su montaña no esperará de nosotros menos
Y a su altura se ve claro que tu suerte esta pactada
Te sirve de luz de faro; bajo su amparo tu espada
Y desde arriba te echa cuentas
Sabe bien por quien tu lloras
Te ve defenderte a tientas ve pasar por ti las horas
Si de pronto tu destino se te escapa de las manos
Y lo hace porque nada te es ajeno entre lo humano
Si al volver la vista atras tus penas te parecen menos
Eso va a ser por que ya probaste un tiempo su veneno
Si no van a valorar nunca tu esfuerzo sera en vano
El mirar a los demás, te da ganas de poner freno
Te empeñaste hoy en cruzar sobre tu ego este pantano
Y no puedes porque nada de lo humano te es ajeno
Porque igual no hay dias de miel y gloria pa el último mono
Como zeus sobre esos gusanos sin fé mandas tus truenos
Venceremos, por tutatis por belenos
Derrotemos a esos memos solo siganme los buenos
Y a los vientos entonemos juntos canticos de guerra con encono
Mas de un rey con nuestra hazaña se quedará sin su trono
Que la muerte victoriosa nos acoja entre sus senos
Crom en su montaña no esperará de nosotros menos
Tradução da letra
As tuas más ervas não crescem as tuas más artes não coalham
Embaralhe bem seu baralho e gerencie sua vantagem
Seus sonhos pertencem a você não desperdice sua jornada
Chegarão as horas baixas já terá que pagar portagens
Tira as mortalhas livra te da tua bagagem
Trança seus tecemanejes lida bem com a linguagem
Deixe SUA Mensagem ser compreendida e sempre gire em torno de um eixo
Mais de um na sua bagagem foi queimado por herege
Retorna como você se encaixa dê a eles o que eles merecem
Suas artes ruins não coalham suas ervas daninhas não crescem
Venceremos por tutatis por belenos
Vamos derrotar esses memos Apenas sigam me os bons
E aos ventos entoemos juntos canticos de guerra com encono
Mas de um rei com a nossa façanha ficará sem o seu trono
Que a morte vitoriosa nos acolha entre os seus seios
Crom em sua montanha não vai esperar de nós menos
E à sua altura parece claro que a tua sorte está acordada
Serve-Te de luz de farol; sob o seu amparo a tua espada
E de cima ele conta te
Sabe bem por quem tu choras
Ele vê - Te a defender-te às apalpadelas vê-te passar por ti as horas
Se de repente o teu destino escapar te á das mãos
E fá lo porque nada te é estranho entre o humano
Se ao voltar a olhar para trás as tuas tristezas te parecem menos
Isso vai ser Porque já provaste o veneno dele por algum tempo
Se não vão valorizar nunca o teu esforço será em vão
Olhar para os outros faz você querer parar
Hoje empenhaste te em atravessar sobre o teu ego este pântano
E você não pode porque nada humano é estranho para você
Porque ainda não há dias de mel e glória pa o último macaco
Como zeus sobre esses vermes sem fé você manda seus trovões
Venceremos, por tutatis por belenos
Vamos derrotar esses memos Apenas sigam me os bons
E aos ventos entoemos juntos canticos de guerra com encono
Mas de um rei com a nossa façanha ficará sem o seu trono
Que a morte vitoriosa nos acolha entre os seus seios
Crom em sua montanha não vai esperar de nós menos