Hora Zulu — Caigan del Cielo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Caigan del Cielo" de Hora Zulu.

Letra

Al cielo pido que en mi alma llueva
Que aquellas nubes aqui se paren
Y que en mi pecho se abran portales
Lluevan mis males sobre esta cueva…
Caigan del cielo junto a tu pelo
Las primaveras que atras quedaron
Y aquel otoño tras los cristales
Viva en mi invierno tu dia mas claro
Lluevan verdades que no sean nuevas
Sirva la luna de blanco faro
Ya ni la entiende aquel que la lleva
Rompa el silencio mi desamparo
Hoy ya no se ni cuanto la quiero
Ni me lo quieren contar las horas
Cielo; refugiate en mi agujero
Quiero enterrarte mientras me lloras
Deja que luego me cante el tiempo
La vieja historia de que he perdido
Deja que vuelva a soñar despierto
Hace ya que me di por vencido
Deja que luego me silbe el viento
La vieja copla que habia olvidado
Ya ni recuerdo cuanto hay de cierto
Ni cuantas cosas habré inventado
Al cielo miro le pido y lloro
Sin saber casi ni lo que quiero
Soy como aquel que perdió el tesoro
Por enterrarlo en un agujero
Por comprender donde mi alma mora
Deje mi orgullo por los tinteros y
Como el que mira pasar las horas
Ahora me miro con desconsuelo
Hace ya tiempo que mis fronteras
Son una raya pintá en el suelo
Y por hacer lo que de mi esperas
Ando mirando siempre pal cielo
Se me olvidó que hay una manera
De no mojarme entre tanto duelo
Caigan mis lagrimas desde arriba
Niegue su llanto mi propio credo
Deja que luego me cante el tiempo
La vieja historia de que he perdido
Deja que vuelva a soñar despierto
Hace ya que me di por vencido
Deja que luego me silbe el viento
La vieja copla que habia olvidado
Ya ni recuerdo cuanto hay de cierto
Ni cuantas cosas me habré inventado

Tradução da letra

Ao céu peço que na minha alma chova
Que aquelas nuvens aqui parem
E que no meu peito se abram portais
Chovam os meus males sobre esta caverna…
Caiam do céu junto ao teu cabelo
As primaveras que ficaram para trás
E aquele outono atrás dos cristais
Viva no meu Inverno seu dia mais claro
Chovam verdades que não sejam novas
Sirva a lua de branco farol
Já nem a entende aquele que a leva
Quebre o silêncio meu desamparo
Hoje já não sei o quanto a amo
Nem me querem contar as horas
Céu; Refugie-se no meu buraco
Quero enterrar te enquanto choras
Deixa me cantar o tempo
A velha história que eu perdi
Deixa me sonhar acordado outra vez
Já que desisti
Deixa me assobiar o vento
A velha coça que me tinha esquecido
Já nem me lembro de quanto há de verdade
Nem quantas coisas inventei
Para o céu eu olho eu peço e choro
Sem saber quase nem o que quero
Sou como aquele que perdeu o tesouro
Por enterrá lo num buraco
Por entender onde minha alma habita
Deixei o meu orgulho pelos tinteiros e
Como aquele que olha para passar as horas
Agora eu olho para mim de coração partido
Há muito tempo que as minhas fronteiras
São uma raia pinta no chão
E por fazeres o que esperas de mim
Estou sempre a olhar para o céu
Esqueci me que há uma maneira
De não me molhar enquanto luto
Caiam minhas lágrimas de cima
Negue seu choro meu próprio credo
Deixa me cantar o tempo
A velha história que eu perdi
Deixa me sonhar acordado outra vez
Já que desisti
Deixa me assobiar o vento
A velha coça que me tinha esquecido
Já nem me lembro de quanto há de verdade
Nem todas as coisas que inventei