Holy Terror — Mind Wars (Mind Wars) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mind Wars (Mind Wars)" de Holy Terror.
Letra
Misunderstood by all but a few
You hope to overcome the demons chasing you
Tempted to give in and weary from the chase
The conflict in your soul shows in lines on your face
Telling of a tale that only you believe
To others who in pity watch
But soon will turn their backs and leave
Too many there’s no hope
Except survive against the cruel world
Disown the cause of all the problems
They’re your children soon forgotten
Reminded of the things
That no one likes to think about
By poor, downtrodden people
Living in discarded waste
Go home to barred and shuttered windows
Keep the thieves and beggars out
Trapped by fear inside a fortress
Built by your own hands of hate
Nothing for those outside the circle of society
So lock the door and cock the rifle
Sitting, waiting, patiently
Looking for a moving target
In this wind blown no man’s land
That once was home to all your children
Who left escaping prison’s bars
They now are part of those outside
And hated from behind closed doors
The parents who once loved them
Care not if they see the cause
Won’t admit that they are still alive
Life seems hopeless is it just us?
Tradução da letra
Incompreendida por todos menos por alguns
Esperas superar os demónios que te perseguem
Tentado a ceder e cansado da perseguição
O conflito em sua alma mostra em linhas em seu rosto
Contar uma história que só tu acreditas
A outros que por pena vigiam
Mas logo virarão as costas e partirão.
Demasiados não há esperança
Excepto sobreviver contra o mundo cruel.
Renegar a causa de todos os problemas
Eles são seus filhos logo esquecidos
Lembrou-me das coisas
Que ninguém gosta de pensar
Por pessoas pobres e oprimidas
Viver em resíduos descartados
Voltar para as janelas com grades e fechadas
Mantenha os ladrões e mendigos fora
Preso pelo medo dentro de uma fortaleza
Construído pelas tuas próprias mãos de ódio
Nada para aqueles fora do círculo da sociedade
Tranca a porta e engatilha a espingarda.
Sentado, esperando, pacientemente
À procura de um alvo em movimento
Neste vento soprou a terra de ninguém
Que outrora foi o lar de todos os teus filhos
Que fugiu das grades da prisão
Agora fazem parte daqueles que estão lá fora.
E odiado à porta fechada
Os pais que outrora os amaram
Não se importam se virem a causa
Não admitem que ainda estão vivos.
A vida parece desesperada somos só nós?