Héctor Varela Y Su Orquesta — El As De Los Ases letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El As De Los Ases" de Héctor Varela Y Su Orquesta.
Letra
La moza más linda del barrio orillero,
bonita y con fama de alegre y coqueta,
que fue la querida de aquel guitarrero
matón y biabista, cantor y poeta.
Tristemente evoca el recuerdo querido
de amores lejanos y triunfos fugaces,
es que ella no ignora que tuvo un marido
que fue, entre los guapos, el as de los ases.
El as porque nunca en los entreveros
lo vieron los taitas ponerse amarillo,
se dio todo entero y su ágil visteada
remató en la marca de su fiel cuchillo.
Y cuando cantaba, más bien parecía
su canto una airada protesta de pena,
a la novia mala, que no lo quería,
y a su madrecita, viejcita y buena.
El destino ingrato, que no tuvo halago
para su existencia ruin y atravesada,
tradicionalmente se creyó un rezago
de gaucho bandido, perseguido y paria.
Por eso en las noches templadas de luna
pulsó su vigüela bajo el emparrado
y en una milonga deshojó, una a una,
las rosas marchitas del viejo pasado.
Por eso la viola ya no es en la pieza
nada más que un mueble que adorna lujoso.
Su dueño, una noche, en gaucha proeza
cayó bajo el plomo mortal de un bufoso.
Por eso la moza del barrio orillero,
bonita y con fama de alegre y coqueta,
recuerda a su guapo, aquel guitarrero,
cantor y biabista, matón y poeta.
Tradução da letra
A moça mais bonita do bairro orillero,
bonita e com fama de alegre e flirty,
que foi a querida daquele guitarrista
valentão e biabista, cantor e poeta.
Infelizmente evoca a memória querida
de amores distantes e triunfos fugazes,
é que ela não ignora que teve um marido
que foi, entre os bonitos, o Ás dos ases.
O ás porque nunca nos entrementes
os taitas viram no a ficar amarelo,
ele deu tudo inteiro e sua ágil vestido
ele rematou na marca da sua fiel faca.
E quando cantava, parecia
seu canto um protesto irado de pena,
a namorada má, que não o queria,
e a sua mãezinha, velhinha e boa.
O destino ingrato, que não ficou lisonjeado
para sua existência ruin e atravessada,
tradicionalmente acreditava se num atraso
de gaucho bandido, perseguido e pária.
É por isso que nas noites temperadas da lua
ele pressionou a vigiá la debaixo da sanduíche
e numa milonga desfolhou, uma a uma,
as rosas murchas do passado antigo.
É por isso que a viola já não está na peça
nada mais do que um mobiliário que adorna luxuoso.
Seu dono, uma noite, em Gaúcha proeza
ele caiu sob o chumbo mortal de um bobo da corte.
Por isso a moça do bairro orillero,
bonita e com fama de alegre e flirty,
lembra-te do seu bonito, aquele guitarrista,
cantor e biabista, valentão e poeta.