Hate Eternal — Infernus letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Infernus" de Hate Eternal.

Letra

Lord of duality
Son of our supreme almighty lord
Cometh forth upon us mere mortals
Grace us with your power divine
Bless us with your power infernal
Abhor us with your disdain
Upon this netherworld of flame
The abode of death
It welcomes me with open arms
As it is so Emerging from the darkest shadows
Lies truth beyond life
Eternal fire envisaged
As it must be… ave infernus
He who now must enter
Bow down before your maker
And to what end
Shall you prey
For we know not what is to come
Kneel down, gaze upon your master
Amidst the smoke of uprising host
For all that has befallen you
May your penance pave thy way
Shall I descend into darkness
Torn asunder til' death
What occupies me is everblack
For it hath overcome my soul
Afloat upon the seas of void
In bleak depths of tide
Washed ashore upon the Styx
Ave infernus
He who now must enter
Bow down before your maker
And to what end
Shall you pray
For we know not what is to come
Kneel down, gaze upon your master
Amidst the smoke of uprising host
For all that has befallen you
May your penance pave thy way
Time to say farewell to our father of mankind
Lamentation of a life once known
Time to say farewell
Time to say farewell
To all you hold sacred
Time to say farewell to our father of mankind

Tradução da letra

Senhor da dualidade
Filho do nosso Supremo Senhor Todo-Poderoso
Vem Sobre nós meros mortais.
Graça-nos com o teu poder divino
Abençoa - nos com o teu poder infernal.
Abomina - nos com o teu desdém
Neste submundo da chama
A morada da morte
Dá-me as boas-vindas de braços abertos
Como está a emergir das sombras mais sombrias
A verdade está além da vida
O fogo eterno previsto
Como deve ser... ave infernus
Aquele que agora deve entrar
Curvem-se perante o vosso Criador
E para que fim
Deveis caçar
Pois não sabemos o que está por vir
Ajoelha-te, olha para o teu mestre.
No meio da fumaça da Revolta Hospedeira
Por tudo o que te aconteceu
Que a tua penitência te abra caminho
Devo descer à escuridão
Despedaçado até à morte
O que me ocupa é sempre negro
Pois ela venceu a minha alma
Flutuando nos mares vazios
Nas profundezas sombrias da maré
Deu à costa no Styx
Ave infernus
Aquele que agora deve entrar
Curvem-se perante o vosso Criador
E para que fim
Rezarás
Pois não sabemos o que está por vir
Ajoelha-te, olha para o teu mestre.
No meio da fumaça da Revolta Hospedeira
Por tudo o que te aconteceu
Que a tua penitência te abra caminho
Hora de dizer adeus ao nosso pai da humanidade
Lamentação de uma vida outrora conhecida
Hora de dizer adeus
Hora de dizer adeus
A tudo o que consideras Sagrado
Hora de dizer adeus ao nosso pai da humanidade